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RE: Cidadãos Aprovados - Lil - 08-18-2021

(SEME) ULRIK VINTER

Homem / Cidadão / 38 anos / Secretário/Representante da família Vinter / Omnisexual

[Image: 115_1537448751.png] [Image: 115_1537448751.png] [Image: 115_1537448751.png]

Love is thrown in airless rooms
Thin vile rewards for you

Aparência física: Ulrik está na média de altura norueguesa, com exatos 1,81m de altura em um corpo firme, mas não musculoso. Tem o cabelo loiro acinzentado e olhos pequenos em castanho-claro. Tem uma expressão eternamente leve, quase sorridente, que passa uma impressão de bastante confiança. Porém, sua aparência não é particularmente bonita, o que fica mais evidente quanto mais mostra suas faces.

Roupas usuais: Por seu trabalho como secretário, costuma usar ternos o dia inteiro. Gosta de pretos, cinzas, areia, bege, e evita cores muito saturadas. Quando ousa, é nas gravatas. Costuma ter que trocá-las antes do serviço, gosta daquelas com estampas idiotas e não se importa de usá-las no trabalho, quando não comentam sobre as mesmas. Suas roupas casuais também costumam ser muito formais, com camisas de botões e calças de tecido nobre.

Traços marcantes: Tem cílios longos. Pode parecer assustador quando tenta fazer outras expressões. Tem uma tatuagem com as três Fúrias nas costas e uma rosa negra atravessada por uma adaga no antebraço esquerdo.

Características Positivas
  • Educado
  • Articulado
  • Organizado
Características negativas
  • Perverso
  • Obsessivo
  • Intimidador
Gosta de:
  • Estampas e padrões
  • Nylon e Lycra
  • Barulho de chuva
Não gosta de:
  • Música
  • Areia
  • Gente insistente
Seu maior sonho é: Vingar-se pelo inferno de infância que viveu.
Seu maior medo é: Ser íntimo com alguém.

História:
Nascido na Noruega, Ulrik é o mais novo dos dois filhos de Bjorn Vinter, um homem cujo nome é associado a tráfego de mulheres e drogas pela Europa. Nos outros países chamam sua família de “Vikings”, pelo país de origem e a barbaridade de seus tratamentos.

Ulrik e o irmão, Tor, foram exposto a violência desde cedo, porém o irmão mais velho acabou sendo renegado pela família por conta de um escândalo ainda em seus tempos de estudante. Os Vinter abafaram o caso, mas passaram a tratar Tor com raiva e indiferença, levando o garoto ao suicídio. Ulrik acabou sendo criado com todas as expectativas que antes tinham com o irmão mais velho e muita raiva, fosse dos pais ou o rancor com o irmão.

Tornou-se o braço direito do pai nos negócios, agindo como secretário na maioria das vezes. Cursou Direito na Noruega e ocasionalmente faz o trabalho no lugar do pai, na necessidade. No momento está em Cerise como representante dos Vinter.

Esse personagem foi criado por Skurai @AcademiaStClavier



RE: Cidadãos Aprovados - Lil - 08-18-2021

[TACHI] LIVIÉ CONSTANCE (LILÚ)

Feminino / Cidadão / 31 / Cafetina / Pansexual

[Image: GvalJOA.jpg] [Image: 1fMVkiA.jpg] [Image: laPwTKo.jpg]

You're born of a jackal
You're beautiful

Aparência física: Lilú é uma mulher de pernas longas, e postura que pode ser facilmente confundida com a de uma modelo, com 1,78m, e 75kg bem distribuídos. Tem corpo escultural, cintura bem marcada, farto busto, coxas torneadas e bumbum arredondado, é uma mulher de fazer parar o trânsito. Mas o que chama mais atenção são seus olhos castanhos, com um brilho esperto e afiado, seguido do sorriso leviano que sustenta. Tem pele alva e rosada, e mantem os cabelos curtos na altura do ombro, lisos e platinados.

Roupas usuais: Tudo depende do horário e da ocasião, pode ser encontrada em roupas casuais como jeans rasgado, tênis e uma regata, ou pode estar em um salto 15 em um vestido que ressalte cada uma de suas curvas. Lilú é versátil e seu guarda-roupa segue a mesma linha.

Traços marcantes: Certamente não parece ter passado da casa dos trintas, afora o sorriso fácil e o ar debochado, é difícil ver essa mulher realmente irritada – também não queira ver.

Características Positivas
  • Bem humorada;
  • Empática;
  • Paciente;
Características negativas
  • Impetuosa;
  • Persuasiva;
  • Vingativa;
Gosta de:
  • Vinho e acompanhamentos;
  • Ganhar dinheiro;
  • Viajar, principalmente campo;
Não gosta de:
  • Conformismo;
  • Burocracia;
  • Acordar cedo;
Seu maior sonho é: Pagar todas as dívidas no final do mês;
Seu maior medo é: Ter de vender tudo.

História:
Lilú como prefere ser chamada, sempre conta que veio do interior da França, diz que não se lembra exatamente da cidade, porque se mudava tanto, e os nomes são todos parecidos, mas é como ela sempre diz: “se eu não lembro, não era tão importante…” Ela conta com ar de orgulho que sua mãe lhe criou sozinha, trabalhado de vinícola em vinícola França adentro, não sabe quem é seu pai, mas pai é quem cria, então sua mãe podia ser considerada os dois não era? Mas faz questão de dizer que o cheiro do campo de manhã é algo que sente falta, que trocaria fácil o cheiro de cigarro e bebida barata, mas não se dá ao luxo de reclamar da vida que tem agora. Conta que trabalhou no campo de quando tinha força para levantar um cesto de uvas até quase os 10 anos.

Datas é algo difícil de tirar dela, mas diz que se lembra quando chegou a Cerise, e tinha recém feito 11 anos e estava feliz já que seria a primeira vez que moraria de fato em uma cidade e não na própria fazenda qual sua mãe trabalhava. Ela narra com um ar de nostalgia, que era uma época boa, até o namorado de sua mãe era um cara aparentemente legal, tanto que chegaram a se casar, e diz que não tinha ressalvas de chama-lo de pai, na verdade, ninguém se importava muito com “classificações” como: pai, padrasto, filha ou enteada. Lembra da escola, mas torce a cara se perguntam como ela era na sala de aula, sempre desconversa com uma risada alta, admitindo que não era um exemplo a ser seguido.

Ela conta que no seu aniversário de 12 anos, sua mãe voltou a trabalhar no campo, nas fazendas circunvizinhas, mas que ela continuou morando na cidade junto ao seu recém “pai” por causa da escola. E até os 15 anos, ela pensava que tudo que acontecia de ruim era culpa dela, mas em uma noite em especifico, quando sua mãe voltou sem avisar do interior, ela soube que a culpa não era dela. Sua mãe se divorciou e voltou definitivamente a morar na cidade. E aos 16 anos, Lilú fala que já queria largar a escola para trabalhar, mas sua mãe não deixava, dizia que ela tinha de concluir os estudos e ser alguém na vida, o que não era fácil de se pensar, quando se tem monte de contas pra pagar. Então ela dividia o tempo, entre estudar e qualquer outro bico no tempo que tinha livre.

Aos 18 anos e sem ter completado o ensino médio, a vida virou uma bagunça, claro que ela não entra em detalhes do porquê, mas diz que foi o período em que ela passou a morar sozinha, não conseguiu arrumar um emprego que a bancasse, e aproveitou do rosto bonito pra ganhar dinheiro, logo uma coisa puxou a outra, e assim ela entrou no ramo de prostituição. Ela conta que no tempo que fez bico, conheceu muita gente e isso lhe ajudou a estabelecer pontos, se livrar de gente babaca, e fazer contato com outras meninas. Ela narra que foi apadrinhada por uma cafetina, a quem chamava carinhosamente de “madrinha” embora ela não gostasse da ideia de ter outras pessoas administrando seu dinheiro, admite que o tempo em que passou trabalhando para mulher não foi ruim de forma alguma.

Aos 25 anos podia dizer que estava completamente acostumada a essa vida, e embora não trabalhasse mais, diretamente para sua madrinha, tinha uma boa relação com a mulher. Admite que pensava naquela época, que nada poderia lhe surpreender, mas ela rir ao lembrar, e diz que: “até prostitutas podem ter namorados, por mais idiota que a ideia pareça. ” Mas ela narra também que a vida deu muitas voltas nos anos seguintes, isso enquanto assume um ar mais sombrio em seu sorriso, diz que nunca pensou em se tornar cafetina, muito embora de 5 anos para cá isso tenha se tornado sua realidade.

Atualmente além de ter várias meninas sob seus cuidados, tem outros negócios no ramo de entretenimento não convencional.

Esse personagem foi criado por Mari-Youko-Sama @AcademiaStClavier