09-04-2021, 10:50 PM
Benjamin não conseguia sequer acreditar nas palavras do garoto quando disse que era mais fácil acreditar que ele era o pai. Entre ser acordado com um garoto se jogando na sua cama lhe chamando de pai e entender que o tal garoto era filho do irmão que lhe odiava, estava muito difícil assimilar a situação no geral. A sua expressão de terror só foi amenizada com a intervenção de Mathew, que depois de também processar que o rapaz era filho de Andrew, praticamente o obrigou a sair do quarto.
- [Ele já tá acordado, ô! Que é que você quer comigo, gordinho?!] - Daniel se desvencilhou da mão de Mathew, mas o acompanhou para fora do quarto, sob o olhar ainda duvidoso e atordoado de Benjamin.
Só quando os dois tinham saído do quarto foi que alguns segundos se passaram para que Benjamin entendesse um pouco mais da situação. Se Daniel estava ali, seria possível que Andrew também estivesse na França? Acima de tudo, será que ele estaria em Cerise? A primeira coisa que o inglês fez, no momento de desespero, foi buscar o celular no criado-mudo, quase deixando-o cair antes de checar se havia alguma mensagem ameaçadora ou ligação perdida, ou qualquer sinal de que Andrew tivesse tentado lhe atormentar. Mas não havia absolutamente nada, o que fez com que o inglês soltasse um longo suspiro de alívio. Depois de uns longos instantes, ele resolveu finalmente se levantar, para ir ao banheiro e lavar o rosto antes de descer e se juntar à dupla inusitada que era Mathew e o seu sobrinho que nunca nem tinha visto pessoalmente.
Daniel desceu as escadas de dois em dois degraus de novo, respondendo um "tch" para a repreensão de Mathew sobre não entrar na casa dos outros daquele jeito.
- [Você que não foi chamar o meu tio quando eu disse, então eu mesmo fui, ué.] - ele terminou de pular os últimos degraus e andou na direção da cozinha. Tirou a mochila das costas e colocou no pé de uma das cadeiras à mesa, para vasculhar os armários e ver o que mais tinha para comer além dos pães suco e queijo que o outro tinha separado. - [É só isso que tem pra comer? Não tem um hambúrguer? Refrigerante? Energético? Nada?] - ele seguiu vasculhando a geladeira, tirando as coisas do caminho para tentar encontrar algo diferente.
- [Ele já tá acordado, ô! Que é que você quer comigo, gordinho?!] - Daniel se desvencilhou da mão de Mathew, mas o acompanhou para fora do quarto, sob o olhar ainda duvidoso e atordoado de Benjamin.
Só quando os dois tinham saído do quarto foi que alguns segundos se passaram para que Benjamin entendesse um pouco mais da situação. Se Daniel estava ali, seria possível que Andrew também estivesse na França? Acima de tudo, será que ele estaria em Cerise? A primeira coisa que o inglês fez, no momento de desespero, foi buscar o celular no criado-mudo, quase deixando-o cair antes de checar se havia alguma mensagem ameaçadora ou ligação perdida, ou qualquer sinal de que Andrew tivesse tentado lhe atormentar. Mas não havia absolutamente nada, o que fez com que o inglês soltasse um longo suspiro de alívio. Depois de uns longos instantes, ele resolveu finalmente se levantar, para ir ao banheiro e lavar o rosto antes de descer e se juntar à dupla inusitada que era Mathew e o seu sobrinho que nunca nem tinha visto pessoalmente.
Daniel desceu as escadas de dois em dois degraus de novo, respondendo um "tch" para a repreensão de Mathew sobre não entrar na casa dos outros daquele jeito.
- [Você que não foi chamar o meu tio quando eu disse, então eu mesmo fui, ué.] - ele terminou de pular os últimos degraus e andou na direção da cozinha. Tirou a mochila das costas e colocou no pé de uma das cadeiras à mesa, para vasculhar os armários e ver o que mais tinha para comer além dos pães suco e queijo que o outro tinha separado. - [É só isso que tem pra comer? Não tem um hambúrguer? Refrigerante? Energético? Nada?] - ele seguiu vasculhando a geladeira, tirando as coisas do caminho para tentar encontrar algo diferente.
