09-05-2021, 01:51 AM
Concordou e agradeceu pelas informações do tal dono da casa. Agora, com as informações importantes sobre a origem do incêndio, poderia orientar melhor a equipe para que lidassem com a origem da fumaça. Deixou o homem aos cuidados do bombeiro que estava segurando a inalação de oxigênio para a mulher, orientando-a a permanecer acordada. A morena parecia um tanto desorientada e imaginou que teria sido por conta da inalação da fumaça.
Pelo que o morador havia dito, o fogo deveria ter origem na cozinha, portanto poderia ter começado por um vazamento de gás ou curto elétrico, comumente. Como a energia havia prontamente sido desligada, informou a sua equipe para que concentrassem o jato de água do hidrante no resfriamento das paredes e do telhado da casa para que o calor não acelerasse a queima dos móveis e do imóvel. Adentrou com mais dois bombeiros de sua equipe, indicando que ambos se concentrassem em utilizar o extintor específico com espuma para o caso de produtos elétricos. Como a fumaça era mais intensa dentro da casa, só conseguiam adentrar de fato com o auxílio das máscaras.
Após cerca de mais de uma hora, conseguiram apagar o incêndio, sendo parabenizados, como de costume, pelos vizinhos do casal. A mulher ainda parecia fraca para conseguir falar corretamente. Ela parecia ter machucado a garganta ao inalar bastante fumaça, ou ao menos foi o que o bombeiro que havia prestado ajuda ao casal havia lhe dito. Também haviam oferecido uma coberta para o dono da casa, o que foi bastante necessário, visto que ainda que naquele estado, a tatuagem dele chamava a atenção dos vizinhos curiosos.
Aproximou-se a passos seguros, removendo o capacete com presteza, usando as costas dos próprios punhos para secar o suor de seu rosto. Ainda que estivesse acostumado com todo aquele peso do trabalho, sempre era abafado e quente quando precisava lidar com um incêndio, ainda que doméstico.
- Madame, monsieur, o fogo está sob controle. Mas vão precisar passar a noite em outro lugar, precisamos verificar a estrutura da casa para comprovar que o fogo não afetou nenhuma parte importante da sustentação dela. - explicou, observando melhor o tal sujeito de óculos. - Hen... Henrique, não é? - apontou para a mulher com breve atenção. - Sua colega, esposa, ela precisa ser encaminhada para o hospital, parece que inalou fumaça demais. Vocês tem onde ficar? Casa de amigos, parentes? - normalmente não era o trabalho de um bombeiro fazer aquele tipo de pergunta, mas Cerise era uma cidade pequena e gostava de ter a sensação de que estava ajudando os moradores também com seu trabalho.
Pelo que o morador havia dito, o fogo deveria ter origem na cozinha, portanto poderia ter começado por um vazamento de gás ou curto elétrico, comumente. Como a energia havia prontamente sido desligada, informou a sua equipe para que concentrassem o jato de água do hidrante no resfriamento das paredes e do telhado da casa para que o calor não acelerasse a queima dos móveis e do imóvel. Adentrou com mais dois bombeiros de sua equipe, indicando que ambos se concentrassem em utilizar o extintor específico com espuma para o caso de produtos elétricos. Como a fumaça era mais intensa dentro da casa, só conseguiam adentrar de fato com o auxílio das máscaras.
Após cerca de mais de uma hora, conseguiram apagar o incêndio, sendo parabenizados, como de costume, pelos vizinhos do casal. A mulher ainda parecia fraca para conseguir falar corretamente. Ela parecia ter machucado a garganta ao inalar bastante fumaça, ou ao menos foi o que o bombeiro que havia prestado ajuda ao casal havia lhe dito. Também haviam oferecido uma coberta para o dono da casa, o que foi bastante necessário, visto que ainda que naquele estado, a tatuagem dele chamava a atenção dos vizinhos curiosos.
Aproximou-se a passos seguros, removendo o capacete com presteza, usando as costas dos próprios punhos para secar o suor de seu rosto. Ainda que estivesse acostumado com todo aquele peso do trabalho, sempre era abafado e quente quando precisava lidar com um incêndio, ainda que doméstico.
- Madame, monsieur, o fogo está sob controle. Mas vão precisar passar a noite em outro lugar, precisamos verificar a estrutura da casa para comprovar que o fogo não afetou nenhuma parte importante da sustentação dela. - explicou, observando melhor o tal sujeito de óculos. - Hen... Henrique, não é? - apontou para a mulher com breve atenção. - Sua colega, esposa, ela precisa ser encaminhada para o hospital, parece que inalou fumaça demais. Vocês tem onde ficar? Casa de amigos, parentes? - normalmente não era o trabalho de um bombeiro fazer aquele tipo de pergunta, mas Cerise era uma cidade pequena e gostava de ter a sensação de que estava ajudando os moradores também com seu trabalho.
