Descobertas e Testes [+18][Oliver]
#2
Oliver

Yure parecia com certeza mais controlado e mais animado para seguir com o que tinham começado. Nem parecia que era ele que tinha passado dez anos com treino e meditação para estar naquele alerta todo, o corpo ainda reagindo a qualquer toque. Acompanhou o outro com o olhar até ele se aproximar, indicando que fechasse os olhos para talvez se sentir menos constrangido. Concordou com um aceno de cabeça, fechando os olhos com força, assim como a boca, mordendo os lábios e levantando os braços a contragosto, afinal, dava para ver muita coisa com os braços levantados. Mas não era como se Yure não soubesse o que estava acontecendo, então, manteve os braços acima da cabeça, retesando os músculos com força como se estivesse treinando, para evitar de baixar os braços e bater nele por lhe tirar a camisa. Ainda assim, sentiu outro arrepio percorrer o corpo quando os dedos dele tocaram o tronco involuntariamente ao tirar a peça de roupa.

Ainda manteve os olhos fechados, deitando-se e engolindo em seco. Estava muito nervoso e ansioso, não era como se tivesse feito aquilo antes, mas com os beijos que tinha recebido nos dedos... queria descobrir mais. Engoliu em seco quando sentiu as cordas em volta de seus braços e logo depois, das pernas, com Yure perguntando se conseguia se soltar. Abriu apenas um dos olhos, puxando as mãos e as pernas, sentindo a firmeza das cordas, embora imaginasse que se colocasse muita força, conseguiria soltar ou rasgar alguma coisa? Era melhor achar que não.

- Hm... acho que n-n-não... - falou, encarando-o com o rosto ainda avermelhado, remexendo as pernas agora com um desconforto maior. Puxou de leve as mãos amarradas, mas não teve como movê-las demais. Encarou o outro com os olhos entreabertos, a respiração já descompassada. - Yure... f-f-faz... alg-guma c-c-coisa...?

Agora que estava amarrado, com certeza não conseguiria fazer nada pra se aliviar. Queria mesmo se sentir melhor e já que tinha determinado que confiava no amigo, era melhor não pensar muito.

Yure

Finalmente tinha tido a confirmação de que o amigo não poderia se soltar e sentia um grande alivio por dentro por se sentir mais seguro em chegar perto de Oliver. Não adiantava nada querer ajudar e ser golpeado e desmaiar no processo, imagina ter de explicar isso ao enfermeiro? Sentiu o rosto corar quando Oliver lhe pediu tão diretamente pra fazer alguma coisa por ele, não tinha como dizer não, então levou a mão a própria camisa, apertando forte o tecido sentido o coração pular no peito: – faço sim! – respondeu na lata.

Aproveitou e tirou a própria camisa, já estava sentindo calor também e jogou no chão do lado da cama. Subiu na cama e passou a perna sobre o corpo do amigo, ficando com um joelho de cada lado e o olhando de cima, achando-o incrivelmente atraente naquela posição mais submissa, mas não demorou encarando-o daquela forma. Desceu as mãos ásperas para o tronco de Oliver tateando toda a extensão do corpo do mais jovem, da altura do pescoço até o cós da calça, passando a mão pelo volume encoberto pelo tecido e pressionando de leve.

Respirou fundo, sentindo-se quente por tocar o amigo daquela forma, o calor da pele dele debaixo de seus dedos, as expressões extremamente sinceras, se reclinou e beijou Oliver no peitoral, subindo com um rastro de beijos pelo pescoço até chegar o rosto, roçou os lábios contra os de Oliver, sentindo a respiração nervosa do amigo contra os próprios lábios, murmurou no tom de voz bem cumplice: – posso te beijar?

Oliver

A respiração estava pesada e entrecortada enquanto apenas seguia Yure com o olhar, o corpo reagindo a qualquer movimento dele, tentando fechar as pernas com o desconforto no baixo ventre, acabando por suspirar em aprovação involuntária quando ele concordou em fazer algo, tirando a camisa e exibindo o corpo que lhe era tão familiar e comum... mas que pareceu causar um efeito bem diferente naquele instante. Engoliu em seco quando ele se moveu para ficar sobre o seu corpo, os braços reagindo automáticos ao tentar rebater, mas logo foram detidos pela corda, a tensão muscular se esvaindo gradualmente ao se acostumar com a cena sem achá-la ameaçadora. Sentiu o rosto corar ainda mais quando Yure o encarou tão intensamente, as mãos dele passeando pelo seu corpo e fazendo cada parte reagir positivamente, tremendo mais sob os toques dele, puxando os braços amarrados por mero instinto.

- Arhh... hmmm... - os suspiros foram audíveis em aprovação enquanto os olhos voltavam a se fechar, sentindo a mão dele pressionando o membro num toque indireto sobre a roupa, mas que imediatamente lhe causou um espasmo. - Ahh!!

Mordeu os lábios, arqueando as costas sobre a cama, o corpo se remexendo inquieto sob o de Yure, as mãos fechadas com força e os lábios entreabertos para conseguir acompanhar a respiração descompassada. Sentiu o beijo úmido no peito, o mesmo subindo e descendo por conta do ar entrando mais intenso, o rosto se reclinando para o lado como se fosse dar mais espaço para que o ruivo continuasse com os beijos naquele caminho, o membro pulsando em resposta ao mero roçar dos lábios dele contra os seus, numa sensação tão agradável e nova.

- Hmm... p-porfavor...! - respirou fundo contra os lábios dele, mais uma vez, puxando os braços de modo instintivo, mas sem conseguir fazer nada com o nó que tinha sido feito ali, mantendo os lábios entreabertos enquanto o corpo se movia pedindo por mais. Nunca tinha sentido algo parecido... afinal, nunca tivera a sensação de calor humano daquele jeito tão íntimo... e tão bom.


Yure

Não imaginava que o amigo fosse tão charmoso daquela forma, como ele conseguia ser tão bonito e interessante estando tão envergonhado e constrangido. O “por favor” lhe soou como muito mais que charmoso, ele conseguia ser sexy mesmo daquele jeito ingênuo. Passou a língua de leve sobre os lábios de Oliver, depois unido- os em seguida, invadindo a boca do outro com a própria língua, em um beijo lento, enquanto degustava da boca do outro, dando espaço para que ele respirasse entre os lábios.

Apoiou o corpo com um dos braços, enquanto uma das mãos que deslizava sobre o membro encoberto, ia para o cós da calça, invadindo o espaço entre o tecido e a pele quente com a ponta dos dedos, roçando ali até finalmente se entreter em abrir lentamente a peça, dando tempo do amigo se acostumar aos toques diferentes naquela região, desceu o zíper dando um pouco de alívio ao aperto que o outro devia esta sentindo.

Cessou o beijo, mas sem afastar demais o rosto, descendo com a língua no queixo e maxilar de Oliver, até alcançar a orelha do amigo, mordiscando a cartilagem e sugando o lóbulo, até sussurra próximo: – você fica difícil de resistir quando esta assim Oliver… fico com vontade de beijar você todinho… – mordiscou e beijou no pescoço descendo com as carícias até a curva do pescoço. Os dedos se movendo habilmente em uma carícia ainda sobre o tecido da cueca, subindo e descendo.

Sentia o próprio corpo ficar quente e o baixo ventre responder bem, ao sentir a ereção do amigo contida apenas pela fina camada de tecido da cueca. Ergueu o olhar para encarar o rosto de Oliver corado daquela forma: –vou lhe mostrar algumas coisas que são muito boas! – sorriu entretido, as maçãs do rosto já ficando coradas também. Usou a mão que se apoiava na cama, para apertar Oliver na cintura com certa força, e levou os lábios até o peitoral, roçando ali, até chegar em um dos mamilos, roçando os dentes, beijando e deslizando com a língua úmida na região. Simultaneamente pressionou a ereção com um pouco mais de firmeza os dedos finos guiados até a parte mais abaixo e os testículos, roçando a ponta dos dedos na virilha e afastando ainda mais a bermuda que o outro vestia.

Oliver

Os lábios estremeceram de leve quando o outro se aproximou, tentando-o com o roçar dos lábios, fechando as mãos com força de novo e tentando puxar os braços, mas sem sucesso. Entreabriu os lábios quando ele passou a língua ali, na expectativa do gesto se aprofundar, até que ele tocou os lábios nos seus e invadiu sua boca. Prendeu o ar no começo, retribuindo de jeito totalmente inexperiente e tímido, estranhando a invasão da língua na sua boca e sem saber como reagir. Puxou o ar de uma vez no espaço entre os lábios, erguendo a perna e sentindo o corpo ainda mais quente por conta daquele gesto que parecia tão simples... era o seu primeiro beijo, não era? Como podia ser tão... excitante? Arqueou as costas na cama, ainda tentando compassar a respiração, o rosto queimando com o excesso de sangue circulando ali, até se surpreender com o toque direto no membro, mais uma vez puxando os braços para tentar se soltar, o abdômen se contraindo em tensão com a gama de sensações ainda mais intensas.

Perdeu totalmente o ritmo do beijo com o toque mais indiscreto, mordendo o canto dos lábios quando ele cessou finalmente o beijo, puxando o ar de uma vez com força.

- Ahhh...! Hmmm!!! Y-Yure... o qu-- arrhh!! - Tentou fechar as pernas, estranhando a sensação, sem saber como processar todas as novidades, afinal, o beijo intenso misturado àquele toque mais direto só fizeram o incômodo aumentar no baixo ventre quente, o membro latejando por alívio. Contraiu os ombros quando ele lambeu até a sua orelha, mais arrepios perpassando todo o corpo totalmente sensível e alerta aos toques. Ficou ainda mais constrangido com o comentário dele, mas não tinha como se segurar, aproveitando cada um dos toques. - Ahhh-- Hahhhh!!! Hmmmm!!!

Movia os quadris erráticos abaixo dele em resposta à mão roçando na sua cueca. Ainda sentiu o rosto dele próximo demais e o comentário, engolindo em seco, os olhos entreabertos e marejados pelo excesso de informações, a respiração intensa apenas pela boca, o peito subindo e descendo quando Yure dispendeu mais atenção ali, apertando a sua cintura e fazendo-o tremer, sentindo a língua quente no seu mamilo, deixando-o rijo imediatamente numa sensação que não estava acostumado e muito boa também.

- HAHHHH!!! Ahhhh... iss-- hmmmm!! Yur-- hmmmmmmmm... - mordeu os lábios de novo, até sentir a mão dele descer mais sobre o membro num toque mais direto e numa área onde não estava acostumado, tentando fechar as pernas de novo enquanto puxava as mãos para perto do corpo, o membro reagindo muito rapidamente aos toques ainda indiretos. - Nhnnn! N-não... Y-Yure... ass-- arhhh!! Hahhh!!!

O membro latejava tanto que sabia que qualquer toque mais direto e certeiro do ruivo provocaria um estrago imediato.

Yure

As reações totalmente nervosas e sinceras do amigo apenas lhe instigavam a continuar com as carícias, tinha tantas coisas que podia mostrar ao amigo, tantos lugares diferentes que podia tocar e despertar mais daqueles gemidos incontidos que faziam o sangue do ruivinho correr mais rápido nas veias. Seguiu com a língua para o outro mamilo que já estava rijo, o corpo todo estremecendo com as carícias, mordeu e sugou a região de leve deixando-a quente com a boca.

Subiu com os dedos, finalmente afastando o tecido da cueca revelando a ereção pulsante por alívio de Oliver, encarou o corpo do amigo sentindo o próprio baixo ventre quente e apertado ao observa-lo. Voltou a roçar os lábios contra os de Oliver, murmurando em um tom cumplice: – desculpe por demorar tanto… – mordiscou os lábios de Oliver, enquanto a mão de dedos finos seguia por toda a extensão do pênis, fazendo movimentos de vai e vem, pressionando o polegar contra a entrada da glande em movimentos circulares, sentindo o calor do outro na palma da sua mão.

O próprio corpo reagindo aquelas carícias que despendia para o amigo, e foi Yure que suspirou entre os lábios do amigo, gostando da sensação de poder proporcionar aquilo ao outro, sentindo o próprio membro reagindo. A mão na cintura de Oliver se fechou com mais força pressionando a área em uma carícia mais firme e masculina, subindo para o peitoral beliscando o mamilo rijo do amigo, enquanto seguia com a masturbação com a outra mão.

Oliver

Não fazia ideia de que o toque naquela parte do seu corpo podia ser tão intenso. Aliás, não fazia ideia de que a língua de Yure passeando por toda a sua pele podia despertar aquela gama de sensações. Estava extremamente ansioso e nervoso, preso por aquelas cordas sem poder reagir, totalmente entregue aos toques alheios... o que não era inteiramente ruim - pelo contrário, era excessivamente bom, até demais - e nem ele mesmo tinha certeza do que faria com as mãos e pés soltos. O corpo todo estava tão quente que mal notou quando Yure finalmente tirou a cueca do caminho, mais atento a proximidade dele ao roçar os lábios nos seus, só o beijo já lhe levava à loucura, nunca teria imaginado como o gesto podia ser bom. A intenção de unir os lábios aos dele foi por água abaixo quando sentiu finalmente a mão dele tocar diretamente seu membro, os músculos do abdômen se contraindo imediatamente em resposta com os dedos certeiros na ereção em movimentos precisos.

- AHHHHHH! AHNNNN!! NHNNNN...!!! - moveu o corpo todo como conseguia, não sabia se queria se livrar das cordas ou se queria se livrar do toque dele, mas a segunda opção era muito improvável. Nunca tinha sentido uma coisa parecida na vida e o calor se concentrou todo no baixo ventre, as pernas estremecendo e os pés se contraindo sobre a cama, as mãos se fechando com força e puxando a corda até o limite, ou talvez mais do que o limite. - Yu-re...!!! N-- Ngnnnn!!! Est-t-- arhhh!! N-não.... não--!! HAHHHH!!!

Não sabia exatamente o próprio limite, mas sabia que as sensações eram extremas. Precisou apenas sentir a mão mais firme em volta de sua cintura somada ao beliscão no mamilo para que alcançasse o clímax, incapaz de se controlar em qualquer nível, o sêmen escapando entre os dedos de Yure e sujando parte do seu corpo e da cama também.

- AHHH!! Ahhh... - a respiração continuava intensa e o coração acelerado. Mesmo com a ejaculação, sentia-se ainda excitado e o membro ainda rijo entre os dedos do ruivo numa sensação totalmente inédita. - Hmmmm... arhhh... d-desculpe-- e-eu... hnnnnn--! Ah, ainda... mais-- Yure, eu quero mais... - o pedido saiu quase num choramingo ao encarar o amigo com a vista levemente embaçada, os olhos entreabertos, o corpo ainda estremecendo no espasmo de prazer por conta do orgasmo e da sensibilidade grande.

Yure

Não demorou naquelas carícias o corpo todo de Oliver reagindo extremamente sincero aos toques novos, sentiu o pênis pulsar em sua mão um calor intenso, o corpo abaixo de si estremecendo e logo a sensação úmida em seus dedos, do orgasmo do amigo. Yure encarou toda a cena, sentindo o rosto corar, todo o conjunto lhe parecendo extremamente excitante, principalmente quando Oliver naquela expressão tão charmosa lhe pedindo por mais. Engoliu em seco e precisou se apoiar sobre os joelhos e levar uma mão a própria roupa e desabotoar a calça, dando um pouco mais de espaço a própria ereção.

Se reclinou beijando os lábios do outro e depois a face carinhoso, respirando ali, enquanto mantinha os dedos deslizando sobre a ereção do outro: – não se preocupe, vou lhe dar tudo que você pedir e um pouco mais! – levou a mão suja de gozo aos próprios lábios, sentindo o gosto do outro, lambendo totalmente os dedos, e introduzindo-os dentro da boca completamente, em um gesto altamente sugestivo.

Sorriu em seguida lambendo os próprios lábios, abaixou a própria cueca exibindo o próprio membro já ereto e se reclinou próximo a Oliver, usando as duas mãos para unir os dois, os calores somados, lhe causando arrepios, o rosto ficando corado imediatamente também. Os dedos finos e calejados da prática de Parkour percorriam toda a extensão de ambos os membros, seguia pressionando na base e nos pontos mais sensíveis, as vezes alternando em gestos mais rápidos e gestos mais lentos: – você tá tão quente Oliver…hmm!!! – respirou fundo, suspirando prazerosamente, enquanto também provia prazer a amigo, o gozo entre os dois membros servindo de lubrificação para intensificar os movimentos, pressionou o topo da glande para frente e para trás, devia está sensível depois de ter um orgasmo, então com certeza as reações de Oliver seriam ainda mais sinceras e intensas, estava apreciando mais do que imaginava poder toca-lo daquela forma.

Oliver

O tempo que Yure tomou para desabotoar a calça pareceu uma eternidade. Se pegou olhando o corpo do amigo com atenção pela primeira vez... bom, com uma atenção diferente, ao menos, já que já o tinha visto sem camisa. E nunca tinha pensado no corpo de outro homem de um jeito que lhe deixasse excitado. Aceitou o beijo de novo, comprovando que gostava muito daquele toque mais pessoal, mas logo Yure se afastou, deixando apenas o traço da respiração levando os dedos até os lábios, chupando o líquido viscoso que tinha ficado ali. Arregalou de leve os olhos em surpresa: por não esperar aquilo, por achar que não devia ser feito... e por ser perturbadoramente sexy.

- Ahhh!! N-Não f-f-az is-so... hn! - mordeu o canto dos lábios, a respiração mais pesada e o vermelho do rosto intensificando ainda mais. Mas ainda estava mais excitado com a visão, não entendia porque, o membro reagindo de novo enquanto estremecia da cintura para baixo, o corpo se remexendo abaixo do de Yure, os braços forçando cada vez mais a corda. A surpresa aumentou ainda mais quando sentiu o membro dele contra o seu, o calor das ereções juntas e os gestos da mão calejada de Yure nos dois de uma vez, mais uma sensação nova e inebriante. - Ahhhh!! Hmmm... s- arhnn!!! Q-Quente...! Arh, arhhh!!

Antes que percebesse, arqueou as costas, movendo os quadris também em movimentos leves, acompanhando o ritmo do outro como podia naquela posição, além de estar preso por cordas. Sentiu ainda mais espasmos de prazer percorrerem o corpo, dos quadris até a ponta dos pés, quando ele pressionou a glande sensível, causando reações ainda mais intensas.

- Ahhh! Yur-- Yure...! Hmmm... eu q-quero... ahnn!! Me b-beija... d-d-e novo...?? - a respiração estava ainda mais arfante na tentativa de encará-lo, arqueando as costas ainda mais para se manter próximo, para que os movimentos da mão dele fossem mais fortes.

Yure

Sentia os calores somados e o próprio calor vindo do corpo crescendo ainda mais, isso porque estava apenas em uma masturbação, é claro que as reações extremamente sinceras do amigo contribuíam tanto ou mais que os toques conjuntos das ereções. O rosto estava corado com a circulação intensa, e suspirava ao ver Oliver abaixo de si se movendo querendo acompanhar o que fazia ali, queria poder solta-lo, mas ainda tinha muitas sensações novas pra ele experimentar e se acostumar antes de poder chegar naquele ponto.

Mordeu o próprio lábio inferior quando ouviu o amigo lhe pedir tão diretamente que lhe beijasse, como ele conseguia ser tão irresistível? Se reclinou sobre ele mantendo-se bem apoiado sobre os joelhos, levou uma das mãos ao rosto de Oliver, segurando-o pelo queixo, pra que ele entreabrisse os lábios, e invadiu a boca dele com a língua, em um beijo mais intenso, e demorado, manteve o corpo colado ao dele, e desceu com a mão livre em carícias da base do membro até os testículos, pressionando os pontos sensíveis, os dedos arranhando a virilha, antes de voltar a massagear os dois membros unindo-os com certa pressão para poder seguir com a masturbação.

Descolou os lábios apenas quando sentiu o próprio prazer subir ainda mais, deixando suspiros prazerosos escaparem: – Arhh- Oliver!! Tá gostoso não tá?! Hmmm! – perguntou a voz manchada pelo próprio prazer, assim como a expressão sincera bem delatava, mordeu o lábio inferior de Oliver e seguiu deslizando a língua pelo queixo, pescoço até o ouvido: – eu…arh! Eu vou acabar gozando também!! – admitiu para o amigo, encostando testa a testa com Oliver, pra poder encara-lo bem de perto, enquanto levava as duas mãos, massageando ambos os membros, com mais intensidade sentindo o calor tomar toda aquela região, sentiu os arrepios perpassarem todo o corpo, da ponta dos pés até o topo da garganta, o corpo estremecendo, sentiu o próprio membro pulsar entre os dedos, intensificou os movimentos, até não aguentar mais.

Teve de erguer o corpo parcialmente, Oliver tendo uma visão privilegiada do corpo exposto do ruivinho e dos dois membros unidos, enquanto Yure chegava ao ápice, o jato de sêmen sujando ambos os corpos, a sensação de calor tanto do gozo quanto do corpo do amigo abaixo de si, os dedos não afrouxaram a pegada, mas diminuiu o ritmo com que masturbava até sentir a ultima gota sair.

Oliver

A respiração continuava pesada e o corpo inquieto, movia as mãos tentando se livrar das cordas, mas não teve qualquer sucesso imediato. Yure finalmente se curvou mais sobre o seu corpo, o calor aumentando com a proximidade e os arrepios tomando conta de cada músculo, para que ele lhe beijasse de novo, como tinha pedido, aprofundando o ato e estendendo-o o máximo possível. Não conseguia não gostar do ato, por mais que todos os outros toques fossem em partes certeiras que lhe deixavam mais excitado, aqueles beijos pareciam ligar ainda mais a energia e a vontade de ser tocado - já que estava impossibilitado de tocar o outro de volta. Moveu os quadris quando sentiu o toque direto no membro de novo, mesmo em meio ao beijo, a sensibilidade ficando muito mais aguçada com aquele avanço.

Quando ele cessou o beijo, puxou o ar todo de uma vez, percebendo como tinha prendido a respiração até ali para aproveitar cada instante do toque novo e excitante. Saliva escorria pelo canto dos lábios e os gemidos escapavam também sem autorização, os comentários de Yure lhe deixando mais vermelho, se aquilo era possível.

- T-Tá... ahn!! Bom... g-g-gosto-s-s... hmmmm-- concordou com as palavras dele, mais entregue aos toques do que ao constrangimento de ter que admitir aquilo, movendo os quadris, tentando puxar as pernas mais para perto embora as cordas limitassem seus movimentos. Ergueu a cabeça um pouco com a mordida nos lábios, estendendo a língua para lamber os dele na tentativa de beijá-lo de novo, mas o corpo apenas estremeceu quando ele se aproximou do ouvido com um rastro úmido, sussurrando como estava perto de gozar também. - Hnnnn!! N-Não f-f-al-- arhnnn!!!

Não sabia o efeito das palavra tão perto do seu ouvido também, mas sentiu o membro latejar com as mãos dele em volta dos dois, o movimento mais rápido aumentando o calor na área, os olhos entreabertos mal conseguindo notar o rosto de Yure mesmo estando tão próximo do seu, o coração acelerado indicando de novo, mesmo num período tão breve, como estava perto do clímax.

- Ahhh!! Yure--!! E-Eu... hmmmm...!!! - não sabia exatamente como as coisas funcionavam, mas a pegada firme dele em volta do seu membro, a visão do ruivo atingindo o clímax também se uniram para tornar as sensações mais intensas, do jeito que não estava acostumado. Sentiu não apenas o líquido quente jorrando do membro dele, mas pouco depois, com a pegada ainda forte das mãos do amigo, alcançou o orgasmo também, puxando os braços com tanta força que as pontas dos dedos ficaram dormentes com o aperto da corda. A respiração ficou ainda mais descompassada, as costas arqueadas e a cabeça jogada para trás com os olhos entreabertos, lacrimejando pelo acúmulo de sensações, encarando Yure de baixo com a pele ainda mais vermelho, mais constrangido se era possível. - Ahhh... e-e-eu-d-de-nov-v-vo... nhnnn!!! D-d-d-de-scul-p-pa... arhh...!! Eu n-n-não cons-s-segu-i... hahhh-- s-s-s-egur-r-rar... hmmm - as novidades eram tantas que nem fazia ideia do que era certo ou errado ali, se era normal ter ejaculado de novo tão rápido, o que devia ou não fazer. A única coisa que sabia era que era tão bom... não queria ter que parar.

Yure

Respirava fundo enquanto ainda sentia o prazer do primeiro orgasmo passando pelo corpo, o pênis sensível enquanto mantinha os movimentos firmes dos dedos sobre os dois membros, o calor não diminuía eles iam se somando, e não demorou para notar o quanto o amigo estava inquieto, o corpo todo estremecendo e ele tendo seu segundo orgasmo. Sentiu o próprio rosto corar ainda mais, não tinha como negar que Oliver era extremamente sexy quando se entregava ao próprio prazer, até as desculpas que se seguiram gaguejadas, também somavam pra deixa-lo ainda mais atraente.

Se apoiou sobre os braços agora, se reclinando para beijar Oliver, sorrindo sincero e respirando próximo, para que ele sentisse o calor emanado dos lábios entreabertos: – não tem problema Oliver, disse que ia te ajudar, vamos até você ficar satisfeito. [/i] – beijou os lábios dele, de forma mais carinhosa, como se para acalma-lo um pouco do nervosismo – como se fosse possível – Desceu dos lábios fazendo um rastro úmido de beijos pelo pescoço até o meio do peitoral do amigo.

Deslizou a língua pelo abdomem, sem se importar com os rastros de sêmen no caminho, mordiscando na lateral da cintura de Oliver, até seguir para o baixo ventre do outro e o membro parcialmente rijo ainda, e provavelmente muito mais sensível após o segundo orgasmo:– você pode ter dois, três, cinco orgasmos Oliver! Se esta bom, então não tem porque parar, não é? – comentou no tom de voz divertido, encostou a ponta da língua na entra da uretra do membro de Oliver, só pra ver qual seria a reação do amigo, em seguida deslizando a língua por toda extensão até a base, e abaixo, lambendo os testículos e a virilha, até voltar para o membro englobando completamente com os lábios, enquanto usava a língua para estimular.

Sentia o próprio baixo ventre reagir as carícias que fazia no outro, depois precisaria se dar um pouco de atenção, mas por hora, queria mostrar ao amigo algumas novas sensações, e não demorou para começar a movimentar a cabeça para cima e para baixo, usava uma das mãos para afastar ainda mais a peça de roupa de Oliver, no limite que podia já que o outro estava com as pernas amarradas, pra poder apalpar a coxa e o quadril do amigo.

Oliver

Queria conseguir se esconder ou ao menos esconder o rosto, mas enquanto aquelas cordas eram convenientes para não bater em Yure, eram extremamente inconvenientes para quando queria se afundar num buraco de tanta vergonha. Era uma coisa boa, se não estivesse preso, não teria conseguido aproveitar até ali e mais, pelo visto. Mordeu o canto dos lábios quando ele disse que não tinha problema, encolhendo os ombros como podia numa tentativa inconsciente de se esconder, o corpo ainda com alguns espasmos de prazer fazendo-o tremer de leve.

- N-n-não t-t-em? - perguntou, engolindo em seco, mordendo de novo os lábios ao falar aquilo. Não podia negar que queria continuar, o corpo não estava cansado, longe daquilo... estava aliviado e até pedia mais, embora não tivesse coragem de colocar em palavras no momento. Não viu mais do que os cabelos vermelhos abaixo de si quando sentiu a língua percorrendo o pescoço e o peito, descendo até mais, no lugar onde estava sujo com o sêmen. Ergueu a cabeça, parecendo bem alarmado com o rumo que o outro seguia. - N-não fa-z isso Yure! Est-t-t-t-tá s-s-s-sujo!!! Hnnn... - mordeu os lábios de novo, nervoso que ainda assim ele continuava lhe lambendo o corpo até onde havia sêmen, nervoso também que aquilo só lhe deixava mais excitado. Ele tinha descido demais até, e ao observar onde ele tinha parado, sentiu o coração quase saltar pela garganta. - O q-u-e est-á f-f-azendo?! Eu n-não qu-quero parar m-mas... por que est-t-á aí emb-- AHHH!

Os olhos se arregalaram em surpresa e em um arrepio que pareceu mais um choque de prazer quando a língua de Yure pressionou exatamente na entrada sensível do membro pós-orgasmo. A saliva escorreu de novo pelo canto dos lábios quando jogou a cabeça para trás, o corpo se remexendo sobre a cama como se quisesse escapar daquilo - e ao mesmo tempo pedisse por mais. Não teve muito tempo de protestar, apenas sentiu a língua quente e úmida deslizando não só na ponta do membro, mas desde a base até os testículos em sensações de novo, inéditas...

- HAHHH!!! Ahhhh!! Hmmmmm...!!! - não conseguia pensar em mais nada quando Yure colocou o membro todo na boca, começando a se movimentar. Era uma sensação totalmente diferente de ser estimulado pela mão dele, a boca do outro era úmida e a língua se movia enquanto ele chupava e subia e descia a cabeça a ponto de lhe causar outra ereção quase imediatamente. Jamais teria imaginado que podia sentir mais prazer ainda daquele jeito, os olhos revirando com a sensação, os quadris começando a se mover também como se quisesse alcançar o ritmo dele, as pernas tentando se soltar das amarras assim como os braços com todos os tremores que lhe atingiram naquele instante. - Ahhh-hahhhhhh!!! Nhnnnn... is-s-so... bom-- ahnnn t-t-tão g-gos-toso... HAHH! Hahhhh! M-mais... q-quente...!!!

Com o estímulo da boca do outro nos lugares mais certos... oficialmente estava entregue à sensação, sem conseguir ao menos medir as palavras e os gemidos que escapavam.

Yure

E é claro que as reações do amigo foram intensas, era tudo novo e em um nível muito rápido para processar, mas não era como se fosse ruim, era prova viva de que experimentações extensas era uma boa forma de aprender, fosse com garotas ou com garotos. Os gemidos altos e sinceros responderam diretamente no baixo ventre do ruivinho, e sabia que ainda estava rijo, mas na mesma medida que queria ser tocado, queria explorar mais do corpo de Oliver. E a vontade só ficou mais forte quando escutou a frase entrecortada alegando como estava bom.

Parou apenas um momento, o rastro de saliva unido dos lábios ao topo do pênis rijo do amigo, observar a expressão entregue e extremamente avermelhada, apenas o deixava mais inclinado a prover mais e mais prazer a Oliver. Dito isto, voltou a deslizar com a língua demoradamente do topo a base, usando dos lábios para pressionar a área mais sensível, enquanto simultaneamente, seguia apalpando uma das coxas, enquanto a outra, deslizava do quadril, para a parte interna próximo a virilha, arranhando a área com as unhas curtas. Desceu com a língua até os escrotos e abocanhou um deles, sugando a parte sensível com certa vontade, enquanto levava a mão, para o pênis rijo masturbando-o devagar, pressionando a entrada da uretra com o polegar, um duplo estimulo.

Mordeu a virilha e a parte interna das coxas, não com muita força, apenas para atiçar, e logo voltou a dar atenção ao membro, colocando-o completamente na boca, afundando-o até onde conseguia, o rosto ficando incrivelmente corado e os olhos marejando um pouco, e diferente da vez anterior, começou a mover a cabeça em um ritmo mais intenso, que aumentava gradativamente.

Oliver

De novo, tentou puxar os braços e pernas, mas não tinha como se soltar dali, o corpo se remexendo inquieto por conta da gama de sensações cada vez mais intensas... mas daquela vez ao colocar mais força nos braços para tentar se libertar mesmo inconscientemente, teve a impressão de que a corda tinha cedido, só um pouco. Mas a impressão sumiu totalmente quando Yure deteve um pouco o movimento, arrancando-lhe um gemido de protesto ao encará-lo por cima do próprio corpo com o rosto vermelho e os olhos lacrimejando pela excitação crescente.

- Hnnnnn... n-não p-par-r-e... por-f-f-favor... - rangeu os dentes, fechando mais as mãos com força. As sensações eram tão boas que nem sabia os limites e os limites de Yure, querendo só chegar no ápice de novo e experimentar mais os toques ágeis do ruivinho. Mas Yure não precisou nem ouvir sua voz e já tinha voltado a lamber o pênis e devolver o olhar, a língua passeando por toda a extensão e tocando nas áreas que mais lhe deixavam quente. O corpo todo tremia, o membro pulsava dentro da boca de Yure e não sabia que podia experimentar aquele tipo de coisa em toda a sua vida. - Arh... Hahhhh!!! Hmmmm-- arh... Y-Yure...!! - não sabia nem o que falar ao sentir o corpo reagir mais facilmente também com o toque no escroto, numa área que nunca tinha pensado poder sentir algum prazer, a respiração se tornando ainda mais descompassada enquanto puxava mais as pernas e braços ainda amarrados. Estava totalmente inquieto e queria fazer alguma coisa também, mas não sabia o que faria com os braços livres, o corpo tão entregue daquele jeito.

Gemeu mais alto com a mordida, não pela dor, mas também pela surpresa de que aquilo lhe causaria mais prazer e espasmos agradáveis fazendo todos os pelos do corpo se arrepiarem com a sensação. Contraiu as nádegas quando ele abocanhou o membro de novo, daquela vez até mais fundo, sentindo a glande roçar contra a garganta do outro num toque agradável e enlouquecedor.

- Ahhhhh!! Ass-- arhhh!! Y-yure...!! HMMM!!!

Yure

Estava difícil de segurar a própria vontade de fazer algo além com o amigo, mas tinha de apresenta-lo a cada uma das sensações, se avançasse demais não sabia nem como o mais novo reagiria, ele já parecia completamente fora de si. Embora fosse uma visão extremamente excitando vê-lo se debater sem saber como reagir, apenas pedindo por mais e mais carícias.

Moveu a cabeça em um ritmo mais ágil e logo reduziu usando da língua para estimular a glande enquanto mantinha o membro rijo totalmente imerso na boca, uso da mão para apalpar a coxa de Oliver, apertando a carne e roçando as unhas, enquanto que com a mão livre, apalpava os testículos e subia com o polegar massageando a base do pênis por ser mais sensível. Afastou mais da roupa do amigo até o limite imposto pela corda, não daria pra ir muito mais que aquilo, não queria ter de cortar a roupa do amigo, mas também não estava disposto a desamarra-lo enquanto ele não esfriasse as ideias e ficasse satisfeito.

Continuou chupando-o com vontade a saliva escorrendo por entre as pernas de Oliver, afastou-se um momento apenas para tomar ar, mas continuava masturbando o pênis ereto com a mão lambuzada, que deslizava, pousou o polegar sobre a glande fazendo movimentos de vai e vem, estimulando a área e passou a língua sobre a pele do amigo nas áreas que tinha arranhado e distribuiu várias mordidas que ia ficando mais fortes a medida que tinha mais carne para morder nas coxas do amigo, deixando algumas marcas vermelhas. Aproveitou a região próxima da virilha para depositar um chupão com mais vontade, sugou a região com os lábios deixando-a mais quente com a somatória do calor da boca em seguida mordiscou para enfim soltar e deslizar a língua de volta ao membro, para lambê-lo de ponta a ponta, descendo por entre os escrotos e o perímetro até onde conseguia .

Sentia a própria ereção latejar por alívio, mudou de posição e ficou sobre Oliver, uma das mãos ainda masturbando-o com certa agilidade, mas dessa vez depositou parte do peso sobre o corpo do mais novo, roçou o próprio membro ereto contra o corpo do amigo, o lambeu na extensão da curva do pescoço até a boca, beijando-o de forma intensa e lascívia, quase tomando o fôlego dele completamente, até se afastar e sussurar: – Oliver, vou arrancar sua roupa fora, nem que tenha de cortar…hmmm! – acelerou a masturbação, ainda estava muito excitado e aquela proximidade só o deixava ainda mais, mordeu o peitoral de Oliver próximo ao mamilo, roçando os dentes na área e deixando algumas marcas ali enquanto mantinha os movimentos certeiros, pressionando da base até o topo, a saliva ajudando na lubrificação, sentia o membro pulsar entre seus dedos, estava ficando cada vez mais quente.

Oliver

Podia sentir o corpo esquentar ainda mais, o suor escorrendo na testa com os fios grudados ali e molhados. Não podia ter imaginado nem em uma vida que ficaria suado por conta daquele tipo de situação. Estava acostumado a se cansar com os treinamentos e corridas, mas não com aquilo e o corpo todo parecia cansado e disposto ao mesmo tempo numa novidade muito bem vinda. Os gemidos saíram mais altos enquanto o ruivo continuava com as carícias certeiras. Não sabia como Yure tinha descoberto fazer aquilo, mas devia ser algo comum para os ocidentais. A cada estímulo, tensionava mais os braços, colocando força nas mãos fechadas, movendo os dedos como se quisesse usá-las mais do que as cordas permitiam. Já tinha puxado com tanta violência em uma reação automática que não fazia ideia do estado da corda ou do né que a segurava, mas os pulsos com certeza estavam avermelhados e arranhados.

- C-c-com-o... hmmmm t-tão q-qu-ent-t-e b-bom... ahhhnnnn!!! - não conseguia nem organizar mais as palavras em sua mente ou em sua boca, queria fechar as pernas mais por instinto, mas não tinha como. Puxava os pés e as mãos com mais força do que era necessário. - Y-Yur-r-e...!! Hahhh!!!

Sentiu o corpo tremer e as pernas tensionarem quando ele chupou a parte interna das coxas mais de uma vez. Até mesmo aquele gesto simples e as mordidas pareciam muito mais excitantes do que tinha imaginado em outras situações, como no quarto de Ethan. Como o seu corpo podia sentir tudo aquilo que sequer tinha imaginado? Queria provar ainda mais e agradeceu mentalmente quando ele se curvou sobre o seu corpo, trocando o calor e o suor pela proximidade, sentindo a língua dele passando cm vontade pela curva do seu pescoço e as palavras sussurradas num tom que despertava ainda mais a excitação em seu corpo, o membro latejando entre as mãos dele. Puxou de novo os braços com força, sentindo algo ceder um pouco, mas pouco prestando atenção naquele ato. Queria fazer mais coisas, queria sentir mais coisas e os quadris se moviam e se inclinavam contra o corpo dele por causa dos gestos mais intensos.

- AHHHHH!! Y-Yure!!! - arqueou as costas com a mordida no peito também, os mamilos rijos diante do toque e do movimento intenso na ereção dos dois. O calor aumentou quando puxou de novo os braços e num gesto totalmente inesperado, as mãos estavam passando direto por cima do corpo de Yure, ainda amarradas embora a parte que estava segurando à cama estivesse solta.

O corpo reagiu aos braços soltos e a primeira coisa que fez foi jogar os braços sobre os ombros dele, ao contrário do esperado como se fosse empurrá-lo ou socá-lo, as mãos espalmaram nas costas suadas do amigo, puxando-o para mais perto e fincando as unhas curtas nas costas dele, aproveitando que tinha puxado-o para perto para beijá-lo com intensidade também, a língua invadindo a boca alheia com o calor aumentando, a saliva escorrendo pelo canto dos lábios.

Yure

Estava completamente febril, e se perdesse a concentração por um momento, podia ir muito além do que o amigo teria pensado quando aceitou aquela proposta ousada do ruivo. Mas o que podia fazer quando Oliver se mostrava tão suscetível as suas carícias, aos toques, principalmente a voz dele, envergonhada, mas não parecia desgostar de nada que estavam fazendo. Apoiou a testa contra o peito do amigo, respirando fundo o hálito quente contra a pele do outro, sentia as ereções pulsarem entre seus dedos, e estava pronto pra seguir com mais mordidas e lambidas, quando sentiu um calafrio passar por sua coluna, ao ter a mão de Oliver espalmando em suas costas.

Sua reação imediata foi erguer o olhar e encarar o amigo, a mão sessou o movimento da masturbação, mas não teve tempo para qualquer reação, quando foi puxado para um beijo por Oliver, percebeu no meio daquela bagunça que talvez não fosse bom parar pra avisar que ele estava com o braço solto. Retribuiu o beijo com igual lascívia, e sentiu um arrepio quando ele lhe arranhou sobre a pele, porque não esperava aquela reação do amigo. Como os dois eram atletas, o beijo se prolongou deixando que as línguas se enroscassem a ponto da saliva escorrer pelo canto da boca.

Roçou o baixo ventre contra o do amigo, sentindo a excitação crescente ainda maior, embora no fundo da cabeça fosse assombrado pela ideia de receber um soco ou chute no momento que fizesse algo errado. Arranhou a lateral do corpo de Oliver rumo as nádegas apalpando a carne com vontade. Tentava pensar que talvez pelo amigo estar quente demais não fosse mais ficar agressivo, será que podia confiar e solta-lo de uma vez? Ou será que ele só não estava sendo agressivo porque não tinha percebido que estava solto? Eram coisas demais pra pensar no meio de algo que estava tão bom que lhe impedia de organizar as ideias racionalmente.

Quando descolou os lábios dos de Oliver, o mordeu o lábio inferior, e roçou os dentes na linha do queixo, a respiração pesada, o suor escorrendo da testa: – Arhh- Oliver!! Assim- eu não… aguento… assim eu quero você… todo!!! – admitiu para o amigo incapaz de lhe perguntar se podia solta-lo de vez, mas sendo praticamente impelindo por aquilo, aproveitando a mão livre, para puxar uma das cordas e terminar de soltar a outra mão. Fosse o que acontecesse já tinham ido muito longe pra simplesmente voltar atrás.

Apoiou-se sobre um cotovelo, deixando que Oliver lhe agarrasse ou estapeasse como achasse melhor, voltou a beija-lo com vontade, enquanto a mão que antes o apalpava voltava a dar atenção ao membro do mais novo, pressionou com a palma da mão todo o volume, movendo os polegares massageando a base, e seguindo com os movimentos de vai e vem intensamente.
Oliver

O beijo estava tão intenso que ele não notou de primeira que as mãos estavam soltas e arranhando as costas de Yure, forçando-o a ficar perto de si e aproveitar do calor alheio. A última coisa em que conseguiria pensar naquele instante, mesmo automaticamente, era em acertar o ruivo ou machucá-lo. Aquilo estava bem longe de ser comparado a qualquer chinês que tivesse tentado lhe fazer mal. Pelo contrário, não tinha sequer como pensar em Yure lhe fazendo mal àquela altura, estava lhe fazendo muito bem.

- Ahhhnnn - suspirou em prazer quando ele cessou o beijo, mordiscando os lábios que já estavam avermelhados, encarando-o de perto com a vista um pouco embaçada. A respiração estava pesada e cansada, mas parecia muito mais disposto do que qualquer treino que já tinha feito ali ou na China. Podia continuar ali por horas. Até as palavras do ruivo lhe deixavam mais excitado também com a possibilidade de continuarem e só quando ele puxou o seu braço para tirar os nós foi que percebeu que já tinha se soltado da cama. - D-desculpe... e-e-eu n-n-nã-o q-q-uer-r-i... - a resposta foi automática, quase alarmada quando notou que os pulsos estavam soltos. Mas não era como se tivesse batido nele. Havia umas marcas vermelhas bem fortes nos pulsos com alguns arranhões por todo o esforço. - M-mas...

Não teve tempo de reagir mais às mãos soltas, sentiu o beijo e retribuiu o gesto, mantendo as mãos junto ao corpo entre os dois como se estivesse se impedindo de fazer alguma coisa. Mas não se contentou com a ideia de ter as mãos livres e quietas, e já que não estava nem um pouco disposto a bater nele, a primeira reação foi espalmar as mãos no peito do ruivo, uma delas subindo até o pescoço e alcançando a nuca, os dedos enterrando nos fios de cabelo e segurando-os com vontade enquanto retribuía o beijo. Apoiou um dos cotovelos na cama também, mas agora que estava livre, a primeira reação em meio aos gemidos de prazer foi impulsionar um pouco o corpo até se sentar, o ruivo entre as suas pernas, o membro roçando na mão dele e sentindo a ereção do amigo também contra o corpo. Tentou puxar as pernas abertas que ainda estavam presas e o tecido da calça ainda atrapalhava a proximidade maior dos corpos.

- Y-Yure... minhas pernas...-- eu q-q-quero... s-oltar... hmmmmm - a mão que acariciava a nuca dele desceu pelas costas enquanto o outro braço o envolvia pela cintura também os dedos deslizando com firmeza pela pele suada do amigo, a sensação do toque lhe deixando ainda mais excitado.

Yure

Quando o amigo finalmente notou que estava solto, sua primeira reação foi se conter, e torceu pra que ele não reagisse de forma negativa. Manteve as carícias certeiras, imaginando que se ele continuasse quente e excitado, talvez simplesmente reagisse para continuarem o que estavam fazendo, e não para levar uma surra. E pra sorte do ruivo, seus instintos estavam certos. Sentiu um arrepio lhe percorrer de ponta a ponta quando ao migo agarrou seus fios na nuca, precisando se afastar para tomar ar, perdendo completamente a noção da própria respiração, sêmen escorrendo do membro ereto carente de alívio: – Arhh-ahh! Assim, ‘cê acaba comigo!! – comentou a voz embargada, e logo Oliver estava sentado com o ruivo sobre seu colo, querendo mais liberdade, para poder se mover no meio daquela bagunça que os dois estavam fazendo.

Se afastou de Oliver, respirando fundo, o rosto ainda tomado pelo vermelho, todos os pelos do corpo estavam arrepiados, e logo se livrou do restante das amarras e das cordas. Não perdeu tempo em e se livrar também do restante da roupa do amigo, e da sua própria. Sentou-se na cama e puxou o amigo pra ficasse sentado em seu colo, depois de passar tanto tempo deitado, certamente ele queria poder se movimentar mais, puxou as duas mãos dele, se livrando das cordas e lambendo sobre os arranhões, e deixando as mãos dele sobre seu ombro: – Sou todo seu, e você é todo meu! – Passou uma das mãos pela cintura do amigo, puxando-o para perto de si, enquanto a outra mão descia sorrateira desenhando caminho pela coxa do rapaz, arranhando na virilha, bem em cima de onde já tinha deixado algumas marcas de chupões anteriormente.

Deixou que Oliver decidisse o que queria fazer dali, se queria beija-lo se queria ficar por cima, se queria beija-lo, afinal não importava o que ele fizesse, desde que não batesse nele, tudo seria ótimo, e poderia ensinar mais alguns truques bem gostosos pro amigo se lembrar.

Oliver

Em meio a tantas sensações, nem tinha como perceber que o seu toque tinha provocado algo a mais em Yure, mas só o gemido dele lhe deixou mais excitado e curioso. Queria saber o que exatamente "acabava" com o ruivinho que não envolvia agressão. Mordeu os lábios numa expressão de protesto silencioso quando ele se afastou, mas fez aquilo apenas para tirar as cordas que tinha pedido, aproveitando a liberdade para tirar as últimas peças de roupa do caminho também.

O puxão de Yure foi bem preciso e logo estava sentado no colo dele. Sentia as pernas e mãos um pouco dormentes por conta das amarras, mas a parte boa era que não conseguia chegar nem perto de reagir em algum golpe de kung fu contra a proximidade do amigo. Na verdade, a última coisa em que conseguia pensar naquele momento era em treinos e técnicas de combate. Sentiu um arrepio agradável quando ele lambeu os arranhões dos pulsos e afirmou tão categoricamente que lhe pertencia. Nunca imaginaria que aquela frase podia fazer tanto efeito a ponto de sentir a excitação aumentando. Não se importou com os braços dele em volta da cintura, puxando-lhe para perto, os dedos sorrateiros pela sua coxa num toque agradável.

- Hmmm-- isso é tão... bom... Yure... - não tinha tanta experiência quanto o ruivo, então a única coisa que podia fazer era mimetizar o que ele já tinha feito. Ajustou mais o corpo junto ao dele, passando as mãos por cima dos ombros dele e segurando-o de novo pela nuca pelos cabelos ao beijá-lo demoradamente. Gostava dos beijos e das línguas se acariciando, o corpo todo esquentava com aquele gesto e podia beijá-lo por um longo tempo sem sequer perder o fôlego. A proximidade dos corpos também ajudava para que sentisse o membro roçar contra o seu, as ereções quentes comprimidas no espaço que fazia questão de diminuir na necessidade de manter a proximidade com o outro. Na verdade, estava tão ansioso pela proximidade e pelo calor alheio que acabou impulsionando o corpo contra o dele até que, daquela vez, Yure estivesse deitado e ele por cima, ainda sem cessar o beijo, tornando a pressão nas ereções ainda mais acentuada. Só depois de sentir a saliva escorrendo pelo canto dos lábios foi que afastou o rosto um pouco, encarando o amigo de perto. - Eu quero mais...

Não sabia exatamente o que queria, mas sabia que não estava cansado e nem queria parar, então restava esperar que o ruivinho lhe ensinasse mais coisas interessantes agora que podia usar os braços e pernas livremente.

Yure

Oliver era um rapaz bonito, principalmente quando estava com o rosto completamente corado, a expressão tão tomada pela gama de sensações novas, e tinham avançado bastante até ali. Já que ele estava solto, aceitando seus avanços, sem o aparente risco dele lhe golpear com alguma técnica de kung fu. Não demorou para que ele voltasse a lhe agarrar pela nuca, os fios curtos ruivos sendo puxados no escalpo lhe arrepiando completamente, e arqueou as costas em resposta ao toque certeiro em seu ponto fraco. Entreabriu os lábios, mas o gemido se perdeu quando Oliver uniu os lábios em um beijo longo e intenso, retribuiu buscando a língua do outro, deixando-se consumir pela carícia. Subiu as mãos tateando as nádegas firmes do amigo com a mão cheia, e puxou o corpo dele contra o seu, sentindo as ereções roçarem no espaço mínimo entre os corpos, o calor aumentando cada vez mais.

Embora Oliver fosse completamente inexperiente, ele tinha um desejo bem aparente por mais, e logo empurrou Yure, que se deitou sem resistir aos avanços do outro. Largou do beijo e respirou fundo mordendo o lábio inferior de Oliver, e o encarou diretamente com seus olhos cor meu quando ele lhe disse que queria mais, ele era irresistível quando era direto daquele jeito, e aproximou o rosto, para roçar os lábios mornos sobre a linha do queixo e sorrir junto a boca do mais novo: – Posso lhe dar sim… muito mais… – uma das mãos deslizou por entre as nádegas de Oliver de forma provocativa, apenas tateando a região com as digitais, a outra subiu pela linha do coluna até o meio das costas:

– Você pode retribuir as carícias… – lambeu o rosto de Oliver, e depois passou a língua sobre os lábios do amigo, mas sem de fato beija-lo:– Enquanto eu lhe faço outras carícias, o que acha? – Beijou suavemente sobre os lábios do outro esperando que ele mudasse de posição para que pudesse explorar um pouco mais o corpo do outro, e principalmente prepara-lo para o que estava adiante, afinal, estavam apenas nas preliminares.

Oliver

O corpo reagia a cada toque do ruivo ao percorrer os dedos pela sua pele suada. Sentiu um calafrio só com o roçar dos lábios dele contra os seus, a confirmação do ruivo de que poderia lhe mostrar bem mais do que já tinham feito. E o que mais poderia haver ali? Já não era êxtase demais? Queria saber de coisas novas, queria experimentar mais e não se importou necessariamente quando ele passou a mão pelas suas nádegas, o ruivo que estava lhe ensinando as novidades ali.

De novo, a língua dele passou pelos seus lábios num gesto provocativo. Mesmo com todas as novidades, o simples gesto do beijo já lhe deixava fora dos eixos e queria continuar repetindo-o até que não conseguisse sentir os lábios. Ouviu a sugestão sobre retribuir as carícias e também ter algo mais vindo do ruivo. Concordou primeiro com um aceno de cabeça, ainda na posição sobre o amigo ao sentir as ereções roçando uma na outra, para lembrar gradualmente do que podia fazer para retribuir o que ele já tinha feito. Não juntou os lábios aos dele, mas beijou o rosto e depois desceu pelo pescoço do ruivo, lembrando-se da sensação dos lábios dele fazendo a mesma coisa ao seguir do pescoço pelo peito, escorregando sobre Yure até alcançar o baixo ventre do amigo, levantando então o olhar para encará-lo de volta.

- Posso retribuir as carícias... assim? - alcançou o membro dele, tocando-o com a língua bem incerto do que estava fazendo e tímido também, lambeu a extensão até a ponta, sentindo o gosto diferente e ao mesmo tempo lembrando-se da sensação agradável quando ele lhe fez aquilo. - Eu gostei... da sua boca...

Colocou a cabeça do membro na boca, sugando um pouco, sem saber o que fazer e também sem usar muito a língua, esperava que o ruivo lhe dissesse o que fazer também para que ele sentisse o mesmo que tinha sentido antes. Toda aquela novidade só lhe deixava mais quente e mais perdido em sensações estranhas.

Yure

Talvez o charme de Oliver fosse justamente a soma dele ser ingênuo mas sucumbir facilmente as próprias vontade de querer conhecer coisas novas. Toda aquela fome era muito bem vinda, talvez estivesse influenciando mal o amigo, ou talvez fosse exatamente o que ele precisava, de alguém desavergonhado o suficiente pra lhe mostrar como algumas coisas podem ser boas, muito boas por sinal. Ou talvez o ruivo tivesse sido mal influenciado no meio do caminho, mas não estava pensando demais nos porquês, estava apenas se deixando levar naquela gostosa sensação de descoberta, e nos lábios de Oliver deslizando por sua pele até chegar a seu baixo ventre:

– Hmmm…Assim mesmo, pode usar a língua a vontade…hmm-hmmm…!!– o ruivo sentiu arrepios bem vindos ao sentir a temperatura da língua do amigo deslizando por seu membro carente de alívio, estava tão excitado e a visão de Oliver tímido, mas convicto de tentar era algo que lhe deixava de sangue quente, e a cereja do bolo foi a frase do amigo: “gostei… da sua boca…” tinha como resistir depois de uma dessas? Claro que não, e nem queria resistir. O ruivo mordeu o lábio inferior como reflexo, se apoiando sobre os cotovelos, assistindo Oliver prosseguir com as carícias. Guiou a mão até o próprio membro sobre a mão de Oliver, lhe instruindo como prosseguir com a massagem, descendo a mão até os testículos e indicando a pressão certa para aquilo ser excitante e não uma vasectomia por acidente:

– Você pode se virar pra mim, assim eu posso usar a minha boca que você tanto gosta…hmmm…!– o ruivo levou a palma da mão abaixo do queixo do amigo lhe indicando que erguesse o rosto, um rastro de saliva ficando entre o membro ereto e a boca do outro. O ruivo acariciou a boca de Oliver com o polegar até introduzir até sentir a língua sob sua digital:

– Eu disse que podia ficar melhor, não disse?! Deixa te mostrar.– afastou a mão do rosto do amigo e indicou que ele ficasse sobre si, mas que virasse o quadril em sua direção, podia continuar com o sexo oral, mas queria ocupar a própria boca e arrancar mais algumas expressões sinceras e sensuais do amigo inexperiente.
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Descobertas e Testes [+18][Oliver] - by Yure - 09-27-2021, 04:11 PM
RE: Descobertas e Testes [+18][Oliver] - by Yure - 09-27-2021, 04:11 PM

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