10-05-2021, 12:29 PM
Paul mal teve tempo de inserir o catéter para o soro, quando a paciente se revirou na cama para impedir que ele terminasse o trabalho. Esperava que ela estivesse mais grogue da medicação e dos efeitos da fumaça do incêndio, mas pelo visto a mera sensação da agulha despertou o pouco de energia que ela tinha.
- Ou, calma aí, moça, Srta. Florence, não é? Pode me ouvir? - Paul tentou conversar com ela, num tom mais suave para que ela não continuasse se debatendo, além de tentar falar e machucar mais a garganta, cujo estado ainda não tinham certeza, já que precisavam esperar resultados de alguns exames. De todo modo, como tinha inserido a agulha, era uma péssima ideia que ela ficasse consciente do braço e continuasse se movendo, aí sim ela sentiria mais dores. - Não se preocupe, está tudo bem, você está no hospital geral de Cerise, eu sou o enfermeiro Walker. Estarei aqui para o que precisar, até se sentir melhor. Você precisa de alguma coisa?
Paul manteve um pouco de firmeza no braço dela, mas sem apertar demais para que ela não sentisse incômodo com a pressão, só precisava impedir que ela se movesse e sentisse a agulha mexendo dentro do braço, o que seria ruim para ela, já que se a agulha saísse do lugar, além de sentir dor de verdade, podia machucar os vasos frágeis. Ao menos ele tinha muita experiência na medida certa de pressionar os músculos alheios e saber como causar relaxamento ao invés de dor.
- O seu namorado está terminando de preencher a ficha com as suas informações, ele deve vir lhe ver logo. Imagino que esteja com dor na garganta, a senhorita aceita água? - ele até podia ter ido buscar logo o copo de água, mas manteve a mão sobre o braço dela, num toque mais suave, como se estivesse mais lhe dando algum alento do que, de fato, impedindo que ela percebesse a agulha na veia.
- Ou, calma aí, moça, Srta. Florence, não é? Pode me ouvir? - Paul tentou conversar com ela, num tom mais suave para que ela não continuasse se debatendo, além de tentar falar e machucar mais a garganta, cujo estado ainda não tinham certeza, já que precisavam esperar resultados de alguns exames. De todo modo, como tinha inserido a agulha, era uma péssima ideia que ela ficasse consciente do braço e continuasse se movendo, aí sim ela sentiria mais dores. - Não se preocupe, está tudo bem, você está no hospital geral de Cerise, eu sou o enfermeiro Walker. Estarei aqui para o que precisar, até se sentir melhor. Você precisa de alguma coisa?
Paul manteve um pouco de firmeza no braço dela, mas sem apertar demais para que ela não sentisse incômodo com a pressão, só precisava impedir que ela se movesse e sentisse a agulha mexendo dentro do braço, o que seria ruim para ela, já que se a agulha saísse do lugar, além de sentir dor de verdade, podia machucar os vasos frágeis. Ao menos ele tinha muita experiência na medida certa de pressionar os músculos alheios e saber como causar relaxamento ao invés de dor.
- O seu namorado está terminando de preencher a ficha com as suas informações, ele deve vir lhe ver logo. Imagino que esteja com dor na garganta, a senhorita aceita água? - ele até podia ter ido buscar logo o copo de água, mas manteve a mão sobre o braço dela, num toque mais suave, como se estivesse mais lhe dando algum alento do que, de fato, impedindo que ela percebesse a agulha na veia.
