10-16-2021, 11:30 PM
Permitiu que ele lhe abraçasse e, ao contrário do que estava acostumado de esperar naquele tipo de sensação, estava apreciando o carinho e o toque mais íntimos vindos do amigo, ainda que ele fosse só um amigo que havia feito há tão pouco tempo. Fechou os olhos com a água encontrando seu rosto e a espuma deixando seu cabelo. Engoliu a saliva de sua boca e sentiu com melhor precisão onde estavam os dedos de Marion em seu pescoço, ainda que por um breve instante enquanto ele deixava a água lavar o produto de cheiro agradável de sua cabeça.
Correspondeu o beijo do outro conforme ele intensificava o ato, o abdômen se contraindo com os toques em seu pescoço e peito. Com o quadril encostado ao amigo e as pernas roçando umas nas outras, sentiu os lábios dele se afastarem com um convite de uma mordida. Encarou o rapaz, surpreso pela pergunta por um momento, o corpo molhado e quente, não apenas pela temperatura da água que não parava de cair. Pousou as mãos nos ombros de Marion, atraído pelo auto controle dele e pelo cuidado que o rapaz mantinha em lhe pedir permissão antes de atender as próprias vontades.
Segurou Marion pelos ombros no lugar, pressionando os polegares de leve na ligação entre as clavículas e os ombros, antes de se aproximar de novo, acompanhando atentamente as reações do parceiro. Entreabriu os lábios no pescoço dele, beijando-o com certo cuidado antes de chegar ao pé do ouvido dele, o peito pressionado contra o do outro, o batimento cardíaco acelerado denunciando sua ansiedade. Não pensou duas vezes antes de mordê-lo na cartilagem da orelha furada. Relaxou as mãos nos ombros dele, envolvendo-o pelo pescoço com eles ao se afastar só o suficiente para voltar a encarar o amigo, a feição mais leve, ainda que fosse notória sua expectativa em como ele poderia lhe tocar.
Correspondeu o beijo do outro conforme ele intensificava o ato, o abdômen se contraindo com os toques em seu pescoço e peito. Com o quadril encostado ao amigo e as pernas roçando umas nas outras, sentiu os lábios dele se afastarem com um convite de uma mordida. Encarou o rapaz, surpreso pela pergunta por um momento, o corpo molhado e quente, não apenas pela temperatura da água que não parava de cair. Pousou as mãos nos ombros de Marion, atraído pelo auto controle dele e pelo cuidado que o rapaz mantinha em lhe pedir permissão antes de atender as próprias vontades.
Segurou Marion pelos ombros no lugar, pressionando os polegares de leve na ligação entre as clavículas e os ombros, antes de se aproximar de novo, acompanhando atentamente as reações do parceiro. Entreabriu os lábios no pescoço dele, beijando-o com certo cuidado antes de chegar ao pé do ouvido dele, o peito pressionado contra o do outro, o batimento cardíaco acelerado denunciando sua ansiedade. Não pensou duas vezes antes de mordê-lo na cartilagem da orelha furada. Relaxou as mãos nos ombros dele, envolvendo-o pelo pescoço com eles ao se afastar só o suficiente para voltar a encarar o amigo, a feição mais leve, ainda que fosse notória sua expectativa em como ele poderia lhe tocar.
