10-17-2021, 06:14 PM
Xavier seguiu até a pequena sala atrás da recepção para poder almoçar, já estava acostumado a fazer a própria comida, primeiro para poder economizar, segundo para que ele e o pai não morressem de fome depois que tinham sido deixados pela mulher da casa. Ele separou a marmita farta com porções de comida bem equilibradas e organizada, o que contrariava muito a sua aparência, e se sentou à mesinha para se servir enquanto o seu chefe esperava pelo hambúrguer.
Diodoro voltou para a sala para lhe fazer uma companhia silenciosa no almoço, como já estava bem acostumado, o agente funerário não costumava falar muito e ele não insistia também em puxar conversa com o outro que era de poucas palavras. Provavelmente por conta do almoço ser tão costumeiramente silencioso que Xavier ouviu um sonoro "plaft" quando o hambúrguer de almoço de Diodoro escorregou do pão até o chão, não só fazendo uma bagunça na sala, mas deixando o agente funerário com uma expressão desolada e sem almoço.
Xavier parou de mastigar enquanto encarava o outro, demorando alguns longos segundos a processar a cena a sua frente e a situação no mínimo ridícula em que o agente funerário tinha chegado. Talvez fosse o conjunto de todos os pequenos acidentes daquela manhã, juntos à situação deplorável e a expressão desolada de Diodoro, mas antes que Xavier pudesse conter o impulso, uma risada sonora escapou aos lábios e ele não conseguiu impedir a risada de só aumentar com a desgraça alheia.
- HAHAHAHAHAHAHAHAH! - Xavier tentou inutilmente cobrir a boca, mas a única coisa que deu pra fazer foi limpar a lágrima no canto do olho com a crise incessante de riso. - Mas que... merda... que 'cê fez hoje... hahahah! Que tá tudo... dando errado? HAHAHAH! - ele podia ter tentado se desculpar no meio do caminho, mas a intenção sumiu com a risada exagerada.
Diodoro voltou para a sala para lhe fazer uma companhia silenciosa no almoço, como já estava bem acostumado, o agente funerário não costumava falar muito e ele não insistia também em puxar conversa com o outro que era de poucas palavras. Provavelmente por conta do almoço ser tão costumeiramente silencioso que Xavier ouviu um sonoro "plaft" quando o hambúrguer de almoço de Diodoro escorregou do pão até o chão, não só fazendo uma bagunça na sala, mas deixando o agente funerário com uma expressão desolada e sem almoço.
Xavier parou de mastigar enquanto encarava o outro, demorando alguns longos segundos a processar a cena a sua frente e a situação no mínimo ridícula em que o agente funerário tinha chegado. Talvez fosse o conjunto de todos os pequenos acidentes daquela manhã, juntos à situação deplorável e a expressão desolada de Diodoro, mas antes que Xavier pudesse conter o impulso, uma risada sonora escapou aos lábios e ele não conseguiu impedir a risada de só aumentar com a desgraça alheia.
- HAHAHAHAHAHAHAHAH! - Xavier tentou inutilmente cobrir a boca, mas a única coisa que deu pra fazer foi limpar a lágrima no canto do olho com a crise incessante de riso. - Mas que... merda... que 'cê fez hoje... hahahah! Que tá tudo... dando errado? HAHAHAH! - ele podia ter tentado se desculpar no meio do caminho, mas a intenção sumiu com a risada exagerada.
