11-11-2021, 11:52 PM
Daniel aproveitou que o tio e o namorado dele tinham ido atender os funcionários de seu pai para se livrar deles. Infelizmente, a conversa com o enfermeiro gordinho tinha atrasado o seu plano de fuga e precisou ser rápido ao sair pela janela e andar cauteloso pelo telhado do térreo até a beira e calcular a queda que deixaria os seus pés no mínimo dormentes. Mas não era como se estivesse desacostumado a pular das janelas de dormitórios e de casa para fugir.
A única coisa que não esperava era que seu tio acompanhasse a sua fuga e além de lhe avistar, alertasse ao segurança da sua presença. Daniel só teve tempo de dar uma olhada rápida para trás quando o homem lhe avistou para correr em sua direção.
- Ah, merda! - o adolescente correu o mais rápido que conseguiu, mas com os funcionários já acostumados com as suas fugas, ele não teve muita chance de ir além de duas casas com a pouca vantagem que tinha e o segurança lhe agarrou logo pelo tronco e pelo pescoço.
- Fique quieto, garoto! Nós vamos te levar de volta pra casa. - o segurança que segurava Daniel com força reclamou, mas Daniel impulsionou o corpo para frente, tentando pisar no pé do segurança sem muito sucesso.
- Arhhh! Você tá me sufocando, me solte! - ele se debateu, segurando o braço do segurança em volta do seu pescoço e se debatendo ainda mais. A sua reclamação ao menos surtiu algum efeito no segurança que folgou um pouco o aperto do pescoço e sem pensar duas vezes, Daniel enfiou os dedos no braço dele numa mordida segura por cima do terno.
- Ouuu!!! Tá doido, moleque?! - o movimento do segurança para afastar o braço da mordida foi suficiente para Daniel conseguir se desvencilhar dos braços e se livrar do segurança, mas mal teve tempo de correr para fugir, esbarrou contra o que parecia uma parede, que era o segurança que tinha abordado Mathew e Benjamin na entrada da casa.
- Já chega, Daniel. - o homem que mais parecia o exterminador do futuro falou, segurando Daniel com um braço sem muito esforço. - Vamos voltar para Londres, seus pais estão esperando.
- Eu não quero! Eu não vou voltar pra casa, não tem ninguém esperando coisa nenhuma, eu vou ficar aqui com o meu tio!!! Você não manda em mim! - ele se debateu de novo, chutando a canela do segurança que só lhe segurou com mais força para impedir que ele se soltasse.
A única coisa que não esperava era que seu tio acompanhasse a sua fuga e além de lhe avistar, alertasse ao segurança da sua presença. Daniel só teve tempo de dar uma olhada rápida para trás quando o homem lhe avistou para correr em sua direção.
- Ah, merda! - o adolescente correu o mais rápido que conseguiu, mas com os funcionários já acostumados com as suas fugas, ele não teve muita chance de ir além de duas casas com a pouca vantagem que tinha e o segurança lhe agarrou logo pelo tronco e pelo pescoço.
- Fique quieto, garoto! Nós vamos te levar de volta pra casa. - o segurança que segurava Daniel com força reclamou, mas Daniel impulsionou o corpo para frente, tentando pisar no pé do segurança sem muito sucesso.
- Arhhh! Você tá me sufocando, me solte! - ele se debateu, segurando o braço do segurança em volta do seu pescoço e se debatendo ainda mais. A sua reclamação ao menos surtiu algum efeito no segurança que folgou um pouco o aperto do pescoço e sem pensar duas vezes, Daniel enfiou os dedos no braço dele numa mordida segura por cima do terno.
- Ouuu!!! Tá doido, moleque?! - o movimento do segurança para afastar o braço da mordida foi suficiente para Daniel conseguir se desvencilhar dos braços e se livrar do segurança, mas mal teve tempo de correr para fugir, esbarrou contra o que parecia uma parede, que era o segurança que tinha abordado Mathew e Benjamin na entrada da casa.
- Já chega, Daniel. - o homem que mais parecia o exterminador do futuro falou, segurando Daniel com um braço sem muito esforço. - Vamos voltar para Londres, seus pais estão esperando.
- Eu não quero! Eu não vou voltar pra casa, não tem ninguém esperando coisa nenhuma, eu vou ficar aqui com o meu tio!!! Você não manda em mim! - ele se debateu de novo, chutando a canela do segurança que só lhe segurou com mais força para impedir que ele se soltasse.
