12-12-2021, 04:39 PM
Franziu a testa imediatamente com a forma como ela concordou sobre estar concluindo o plantão. Fechou os olhos por um segundo e arqueou a sobrancelha, sentindo uma pontada na testa que sabia ser a dor de cabeça agravada pelo estresse de lidar com uma pessoa relaxada como a doutora Arlovskaya. Isso ou sua esposa estava lhe traindo com algum encanador. A perspectiva da traição lhe deixava menos irritado, então certamente a culpa era da médica.
- Não quero te expulsar. Quero que termine seu trabalho, e pra isso você precisa estar aqui. – “Infelizmente”, acrescentou mentalmente, respirando fundo para recuperar a compostura. Porém, a pergunta que Natalia fez a seguir lhe fez virar quase todo o corpo na direção dela, as sobrancelhas erguidas com a surpresa dela lhe chamar para um jantar. Com certeza ela não tinha problemas com a própria leviandade, mas imaginava que a médica não fosse com a sua cara, pela forma como gratuitamente lhe provocava. Pensado isto, também era provável que fosse apenas uma pergunta de boa educação, a qual poderia responder com “sim” e submeter a mulher a pior tortura da sua vida, ou com “não”, e viver a própria vida em paz. Bom, bem sabia que não era nenhum torturador. – Obviamente já estou livre. E eu não fumo. E você sabendo os danos que o cigarro traz, também deveria pensar em parar. Mas... “casa de ferreiro, espeto de pau”, não isso é mesmo? – até abriu meio sorriso, porque pelo menos viu alguma ação da médica para terminar seus atendimentos. – Sobre o seu convite, vou ligar para minha esposa primeiro. Caso ela tenha feito o jantar, vou ter que dispensar. Não é sempre que jantamos em família.
Levantou a mão um momento em um breve aceno e então fez menção de sair.
- Mas de todo modo, obrigado pelo convite, doutora Arlovskaya. Passe na fisiatria quando terminar seu plantão e lhe darei uma resposta mais concreta. – enfatizou.
- Não quero te expulsar. Quero que termine seu trabalho, e pra isso você precisa estar aqui. – “Infelizmente”, acrescentou mentalmente, respirando fundo para recuperar a compostura. Porém, a pergunta que Natalia fez a seguir lhe fez virar quase todo o corpo na direção dela, as sobrancelhas erguidas com a surpresa dela lhe chamar para um jantar. Com certeza ela não tinha problemas com a própria leviandade, mas imaginava que a médica não fosse com a sua cara, pela forma como gratuitamente lhe provocava. Pensado isto, também era provável que fosse apenas uma pergunta de boa educação, a qual poderia responder com “sim” e submeter a mulher a pior tortura da sua vida, ou com “não”, e viver a própria vida em paz. Bom, bem sabia que não era nenhum torturador. – Obviamente já estou livre. E eu não fumo. E você sabendo os danos que o cigarro traz, também deveria pensar em parar. Mas... “casa de ferreiro, espeto de pau”, não isso é mesmo? – até abriu meio sorriso, porque pelo menos viu alguma ação da médica para terminar seus atendimentos. – Sobre o seu convite, vou ligar para minha esposa primeiro. Caso ela tenha feito o jantar, vou ter que dispensar. Não é sempre que jantamos em família.
Levantou a mão um momento em um breve aceno e então fez menção de sair.
- Mas de todo modo, obrigado pelo convite, doutora Arlovskaya. Passe na fisiatria quando terminar seu plantão e lhe darei uma resposta mais concreta. – enfatizou.
