01-15-2023, 11:44 PM
Na cabeça de Didier, e até na cabeça de Sasha, que acompanhava tudo que estava acontecendo, ambos sairiam dali ao lado de Renaud, tentando manter a proximidade e o pouco apoio emocional que conseguiam, assim como na enfermaria. Portanto, a chegada do assessor – diga-se de passagem, nem um membro da família Blanco – foi um tanto conturbada. Se não era compreensível o porquê daquele evento de família não receber as pessoas próximas dele em St. Clavier, Sasha teve que segurar Didier muito fortemente para que ele não desse ainda mais a entender porque não estava sendo convidado.
A vontade de Didier era de brigar com todos que lhe impediam de ir até o funeral da mãe de Renaud, mas pelo próprio Renaud, ele teve que segurar bastante seu gênio.
O tempo passou sem nenhuma notícia de Renaud, e embora Didier tentasse compreender que era um momento difícil na família, a falta do celular do outro, o desprezo com os sentimentos dele e com as pessoas que podiam apoiá-lo... tudo foi demais para o espanhol.
Didier sacou o celular e arrumou o contato de Law e Jhon para pedir o favor de receberem uma carona até o casarão Blanco. A muito contragosto, foram todos, isso incluía Sasha, mas ainda que ficassem no portão longos minutos, até uma hora, não receberam permissão para entrar ou falar com Renaud. No desespero – e ali podia atestar ser desespero – deram a volta na casa e consideraram: se não podiam entrar por bem, entrariam por "mal".
Buscaram formas de invadir, mas se bem pensassem, aquela tarefa seria impossível para Sasha e altamente perigosa para a ficha criminal do resto do grupo.
Mas a facilidade e vontade de Didier de estar com Renaud venciam seu juízo. Deixado com a missão por Sasha e os rapazes, procuraram um lugar menos iluminado para entrar, e depois de pular a primeira parte, Didier ponderou suas despedidas aos garotos perdidos e a bagagem extra (leia-se Sasha) enquanto seguia sorrateiro pelo amplo espaço, buscando uma entrada de funcionários quieta, uma forma de se infiltrar ou uma janela para pular, até percebendo a janela com varanda e vinhas. Só não deixaria Renaud sozinho naquele momento difícil.
A vontade de Didier era de brigar com todos que lhe impediam de ir até o funeral da mãe de Renaud, mas pelo próprio Renaud, ele teve que segurar bastante seu gênio.
O tempo passou sem nenhuma notícia de Renaud, e embora Didier tentasse compreender que era um momento difícil na família, a falta do celular do outro, o desprezo com os sentimentos dele e com as pessoas que podiam apoiá-lo... tudo foi demais para o espanhol.
Didier sacou o celular e arrumou o contato de Law e Jhon para pedir o favor de receberem uma carona até o casarão Blanco. A muito contragosto, foram todos, isso incluía Sasha, mas ainda que ficassem no portão longos minutos, até uma hora, não receberam permissão para entrar ou falar com Renaud. No desespero – e ali podia atestar ser desespero – deram a volta na casa e consideraram: se não podiam entrar por bem, entrariam por "mal".
Buscaram formas de invadir, mas se bem pensassem, aquela tarefa seria impossível para Sasha e altamente perigosa para a ficha criminal do resto do grupo.
Mas a facilidade e vontade de Didier de estar com Renaud venciam seu juízo. Deixado com a missão por Sasha e os rapazes, procuraram um lugar menos iluminado para entrar, e depois de pular a primeira parte, Didier ponderou suas despedidas aos garotos perdidos e a bagagem extra (leia-se Sasha) enquanto seguia sorrateiro pelo amplo espaço, buscando uma entrada de funcionários quieta, uma forma de se infiltrar ou uma janela para pular, até percebendo a janela com varanda e vinhas. Só não deixaria Renaud sozinho naquele momento difícil.
