01-15-2023, 11:47 PM
Sua colega de trabalho era notoriamente expressiva. A cada uma das informações que comentava ou conversavam, ela tinha mil reações diferentes. Bom, talvez pessoas normais fossem mais como ela e menos como as pessoas com quem convivia; cheias de sorrisos falsos e elogios disfarçados. Gradativamente, até que o momento da alimentação, observando a colega em um ambiente onde ela não tinha que ser profissional, se tornava um pouco mais agradável.
Aproveitou a deixa dela para virar a carne para fazer o mesmo com a sua, bem desajeitado com os palitinhos.
- Ora, não é que deu certo. – falou depois de mastigar a carne pronta, embora tenha tido imensa dificuldade em por o arroz na boca. Natália até puxou um assunto interessante, que era seu filho de quem gostava de se gabar, mas como sempre, era obrigado a dar uma bronca nela. – O hospital não é um playground para criança de funcionário algum, doutora Arlovskaya. – ralhou. – De todo modo, meu filho já tem 14. Ele estará em St. Clavier em breve, suponho. Digo suponho porque ultimamente ele tem parecido demonstrar vontade de ir contra tudo que dizemos. Mas suponho que seja coisa da idade.
Continuou a conversa com Natália e até dividiu uma cerveja com ela. A comida era muito boa também. Só que sua mentira tinha pernas curtas, afinal, e tinha prometido buscar a esposa em uma saída imaginária com as amigas. Então, satisfeito, pediu a conta.
- Acho que nosso passeio foi agradável, Arlovskaya, mas em um momento precisamos voltar aos nossos afazeres. Falarei ao Ezra desse restaurante. – comentou enquanto pagava metade do valor da refeição.
Aproveitou a deixa dela para virar a carne para fazer o mesmo com a sua, bem desajeitado com os palitinhos.
- Ora, não é que deu certo. – falou depois de mastigar a carne pronta, embora tenha tido imensa dificuldade em por o arroz na boca. Natália até puxou um assunto interessante, que era seu filho de quem gostava de se gabar, mas como sempre, era obrigado a dar uma bronca nela. – O hospital não é um playground para criança de funcionário algum, doutora Arlovskaya. – ralhou. – De todo modo, meu filho já tem 14. Ele estará em St. Clavier em breve, suponho. Digo suponho porque ultimamente ele tem parecido demonstrar vontade de ir contra tudo que dizemos. Mas suponho que seja coisa da idade.
Continuou a conversa com Natália e até dividiu uma cerveja com ela. A comida era muito boa também. Só que sua mentira tinha pernas curtas, afinal, e tinha prometido buscar a esposa em uma saída imaginária com as amigas. Então, satisfeito, pediu a conta.
- Acho que nosso passeio foi agradável, Arlovskaya, mas em um momento precisamos voltar aos nossos afazeres. Falarei ao Ezra desse restaurante. – comentou enquanto pagava metade do valor da refeição.
