02-05-2023, 07:18 PM
Bastou a primeira agarrada nas vinhas para Didier sentir o quanto os anos de quietude em St. Clavier tinham lhe amansado. Fosse em seus 14 ou 15 anos, teria subido aquilo sem dificuldade alguma, mas para evitar muito barulho e com certo receio das plantas e do suporte não aguentarem seu peso, subiu devagar, buscando da janela algum alento de que daria para invadir a casa por cima.
Pensando bem, já tinha tentado invadir uma casa habitada antes?
Deu uma pausa quando viu a sombra de uma pessoa passar por aquele lado, e aproveitou para ver onde poderiam ter câmeras de segurança que lhe pegariam fazendo aquela manobra idiota. Para sua sorte, se a segurança da casa estivesse acionada, estariam mais preocupados com a entrada da casa, afinal, deveriam publicar na coluna de fofocas quem apareceu para dar seus pêsames a Deodatos Blanco. A ideia toda lhe parecia asquerosa, mas deveria ser assim.
Ouviu ao distante o que foi o nome de Renaud ser chamado depois de algumas batidas na porta. Será que estava com sorte e o quarto que tinha decidido invadir era logo o que precisava? Subiu apressado novamente, e quando chegou ao topo, notou a voz de um garoto de tom indignado se dirigindo ao nome do namorado. Ele tinha um irmão, não era?
Didier pulou na varanda, escondendo-se agachado atrás do batente e das cortinas ainda fechadas. Se entrasse agora, seria expulso dali pela pessoa que visitou Renaud. O simples tom da resposta baixa de Renaud lhe deixou aflito. Só queria entrar ali, mas deveria esperar.
Pensando bem, já tinha tentado invadir uma casa habitada antes?
Deu uma pausa quando viu a sombra de uma pessoa passar por aquele lado, e aproveitou para ver onde poderiam ter câmeras de segurança que lhe pegariam fazendo aquela manobra idiota. Para sua sorte, se a segurança da casa estivesse acionada, estariam mais preocupados com a entrada da casa, afinal, deveriam publicar na coluna de fofocas quem apareceu para dar seus pêsames a Deodatos Blanco. A ideia toda lhe parecia asquerosa, mas deveria ser assim.
Ouviu ao distante o que foi o nome de Renaud ser chamado depois de algumas batidas na porta. Será que estava com sorte e o quarto que tinha decidido invadir era logo o que precisava? Subiu apressado novamente, e quando chegou ao topo, notou a voz de um garoto de tom indignado se dirigindo ao nome do namorado. Ele tinha um irmão, não era?
Didier pulou na varanda, escondendo-se agachado atrás do batente e das cortinas ainda fechadas. Se entrasse agora, seria expulso dali pela pessoa que visitou Renaud. O simples tom da resposta baixa de Renaud lhe deixou aflito. Só queria entrar ali, mas deveria esperar.
