02-05-2023, 07:20 PM
Dominique arqueou a sobrancelha para a forma autoconfiante como Natalia respondeu o seu comentário sobre o passeio ter sido agradável. Lhe surpreendeu, na verdade, que ela ignorou o fato de que ele disse “o passeio” e não só o restaurante. Melhor, assim ela não tomaria mais liberdades do que aquelas daquele dia.
- Até amanhã, doutora Arlovskaya. - despediu-se, deixando a mulher para achar seu próprio caminho de volta.
Supunha que com a disposição de Natalia, ela deveria ter um gato ou coisa parecida para cuidar em casa. Já Dominique não tinha bem o que fazer naquele momento, já que tinha tecido toda a mentira de voltar para casa com a esposa em breve. Quão tarde pudesse voltar para casa usando como justificativa o trabalho do hospital, melhor. Bem, talvez não fosse tão estranho que seu filho andasse passando por uma fase rebelde com o pai ausente das cenas familiares que ocupariam a maioria das casas.
Sentou no carro, pensando que rumo tomar, mas justo o lembrete do hospital lhe trouxe um alívio na expressão. Se voltasse por aquelas bandas, ainda encontraria um certo enfermeiro? Talvez pudesse roubá-lo de seu trabalho um pouco, afinal, era melhor aliviar o estresse antes de se jogar no ambiente nervoso de sua casa novamente. O que diria Arlovskaya se soubesse que moralista como era, tinha um “caso” justo com um colega de hospital?
Pegou o celular sem pensar muito, e enviou uma mensagem singela, largando o celular no banco e saindo dali. Afinal, quem sabe lhe rendia um fim de noite agradável também?
“Woof”.
[Thread encerrada?]
- Até amanhã, doutora Arlovskaya. - despediu-se, deixando a mulher para achar seu próprio caminho de volta.
Supunha que com a disposição de Natalia, ela deveria ter um gato ou coisa parecida para cuidar em casa. Já Dominique não tinha bem o que fazer naquele momento, já que tinha tecido toda a mentira de voltar para casa com a esposa em breve. Quão tarde pudesse voltar para casa usando como justificativa o trabalho do hospital, melhor. Bem, talvez não fosse tão estranho que seu filho andasse passando por uma fase rebelde com o pai ausente das cenas familiares que ocupariam a maioria das casas.
Sentou no carro, pensando que rumo tomar, mas justo o lembrete do hospital lhe trouxe um alívio na expressão. Se voltasse por aquelas bandas, ainda encontraria um certo enfermeiro? Talvez pudesse roubá-lo de seu trabalho um pouco, afinal, era melhor aliviar o estresse antes de se jogar no ambiente nervoso de sua casa novamente. O que diria Arlovskaya se soubesse que moralista como era, tinha um “caso” justo com um colega de hospital?
Pegou o celular sem pensar muito, e enviou uma mensagem singela, largando o celular no banco e saindo dali. Afinal, quem sabe lhe rendia um fim de noite agradável também?
“Woof”.
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