09-08-2023, 05:09 PM
Voltou a encarar o amigo, notando que ele havia engasgado com o vinho. Estendeu a mão, ajudando o outro a limpar a bebida escorrendo do nariz. Fez uma nova pausa, bebendo mais um pouco da garrafa antes de encher o copo do moreno de novo.
- Tá maluco?! - franziu o cenho para o agente fúnebre quando ele cogitou conversar com o criminoso. - Você já esqueceu o que ele fez com a sua cara? - ouviu ele falar sobre o menino. - Ah, não... não, o menino? Não, Dio, claro que não. Quer dizer, sei lá... - baixou o olhar, mastigando um pouco de queijo com bolachas para forrar mais o estômago. - ... eu posso explicar para ele sobre preliminares e lubrificantes com anestesia... - suspirou, fechando os olhos e apoiando o cotovelo na mesa e o queixo na palma da mão, a garrafa na outra.
Mesmo que falasse com o menino, o adulto era o grandão e ainda lhe custava entender como ele havia arrumado um namorado que podia ser um menor de idade. Talvez Diodoro estivesse exagerando, mas duvidava muito que ele poderia inventar tudo aquilo sobre o maior, com certeza ele havia visto algo.
- Eu estou sóbria demais para essa conversa. - ergueu o olhar, encarando o moreno de novo. - Vou beber mais um pouco e a gente liga pra ele e chama ele aqui pra conversar... - fez uma nova pausa. - Quero dizer, ele que é o adulto, não é?! Argh... eu não queria morrer hoje. - apontou a garrafa para o amigo. - E não vou deixar você falar sozinho com ele sobre um assunto delicado desses! E se ele ficar nervoso de novo?! Eu é que não vou ligar pra sua irmã e dizer "hey, adivinha quem bateu as botas, Brigida?" ou "hey, bambinos, adivinha quem vai ganhar um presente a menos do tio Dio nesse Natal?"???! - encher a boca de bolacha com geleia e queijo. - Neshm penshar shque vshou deishar isho roshlar!
- Tá maluco?! - franziu o cenho para o agente fúnebre quando ele cogitou conversar com o criminoso. - Você já esqueceu o que ele fez com a sua cara? - ouviu ele falar sobre o menino. - Ah, não... não, o menino? Não, Dio, claro que não. Quer dizer, sei lá... - baixou o olhar, mastigando um pouco de queijo com bolachas para forrar mais o estômago. - ... eu posso explicar para ele sobre preliminares e lubrificantes com anestesia... - suspirou, fechando os olhos e apoiando o cotovelo na mesa e o queixo na palma da mão, a garrafa na outra.
Mesmo que falasse com o menino, o adulto era o grandão e ainda lhe custava entender como ele havia arrumado um namorado que podia ser um menor de idade. Talvez Diodoro estivesse exagerando, mas duvidava muito que ele poderia inventar tudo aquilo sobre o maior, com certeza ele havia visto algo.
- Eu estou sóbria demais para essa conversa. - ergueu o olhar, encarando o moreno de novo. - Vou beber mais um pouco e a gente liga pra ele e chama ele aqui pra conversar... - fez uma nova pausa. - Quero dizer, ele que é o adulto, não é?! Argh... eu não queria morrer hoje. - apontou a garrafa para o amigo. - E não vou deixar você falar sozinho com ele sobre um assunto delicado desses! E se ele ficar nervoso de novo?! Eu é que não vou ligar pra sua irmã e dizer "hey, adivinha quem bateu as botas, Brigida?" ou "hey, bambinos, adivinha quem vai ganhar um presente a menos do tio Dio nesse Natal?"???! - encher a boca de bolacha com geleia e queijo. - Neshm penshar shque vshou deishar isho roshlar!
