09-01-2021, 09:58 PM
Jade era incrível no palco. Zazou abriu a cerveja e deu uma golada generosa. O rapaz tinha aprendido com os anos a vender bem o próprio corpo com cada movimento hábil, e apesar de estar cercado de mulheres muito bonitas, as vezes tinha a impressão que Jade era mais bonito que todas. E tinha carisma. Não fosse... ocasionalmente invasivo demais. Até riu com o nariz quando ele estendeu as longas pernas com os saltos para terminar a música, vendo claramente o momento em que um dos clientes do lado do palco quase cuspiu de tanto salivar.
E pelo visto ele tinha lhe avistado do palco, ou não teria pego o quimono e corrido direto em sua direção. Ele não tinha clientes para encantar e atender? Não que tivesse visto algum livre no salão, mas ele podia ter tentado vender mais o peixe próximo ao palco antes de vir lhe dar os cumprimentos.
- Saúde, Jade. – Zazou respondeu, vendo o rapaz deslizar que nem uma cobra em sua direção com o jeito sedutor inconfundível dele. E toda a liberdade de invadir o seu espaço que ele fazia questão de usar. Não que achasse ruim um carinho no pescoço. Virou para o prostituto, franzindo a testa. – Se precisa de mim pra se livrar de cliente escroto, é pra isso que vocês tem segurança na porta. – falou, dando um gole de cerveja. – Sei lá. Tava entediado. Queria transar, mas elas tão ocupadas. – deu de ombros. Jade não era sempre sua primeira opção, considerando que ele fazia muita questão de lhe provocar. – Já desistiu da noite?
E pelo visto ele tinha lhe avistado do palco, ou não teria pego o quimono e corrido direto em sua direção. Ele não tinha clientes para encantar e atender? Não que tivesse visto algum livre no salão, mas ele podia ter tentado vender mais o peixe próximo ao palco antes de vir lhe dar os cumprimentos.
- Saúde, Jade. – Zazou respondeu, vendo o rapaz deslizar que nem uma cobra em sua direção com o jeito sedutor inconfundível dele. E toda a liberdade de invadir o seu espaço que ele fazia questão de usar. Não que achasse ruim um carinho no pescoço. Virou para o prostituto, franzindo a testa. – Se precisa de mim pra se livrar de cliente escroto, é pra isso que vocês tem segurança na porta. – falou, dando um gole de cerveja. – Sei lá. Tava entediado. Queria transar, mas elas tão ocupadas. – deu de ombros. Jade não era sempre sua primeira opção, considerando que ele fazia muita questão de lhe provocar. – Já desistiu da noite?
