10-10-2021, 11:34 PM
Zazou não achava que Jade tinha agora uma vida tão de merda que quisesse adicionar uma maior, ou até ter a ideia idiota de morrer por amor. Levantou de leve o canto do lábio em desgosto, e então sacudiu a cabeça negativamente sobre ele ser respeitado pelo grupo todo como uma “esposa da máfia”.
- Caiu de cabeça do pole dance? – perguntou com um ar leve de descrença. Antes até achava que precisava se preocupar muito com Jade e tirar aquela ideia da cabeça dele, mas pelo visto ele tinha tanto apreço pela própria vida quanto Zazou. Ou talvez os dois já tivessem vivido o suficiente para saber que aquela sensação de segurança poderia acabar em qualquer instante, então não valia se impedir de experimentar nada por isso. – Prefiro ninguém morrendo por mim, pior por amor.
Fez uma cara feia automática quando Jade mais uma vez enfatizou o chamado de dono. Bufou, soprando os lábios com barulho e depois ouviu a possibilidade de ainda mais difícil dele tentar com a Lilú. Não sabia lá porque eles não se gostavam, mas não era seu lugar meter o dedo no relacionamento entre a cafetina e Jade. Já estava todo pronto ali para ir embora, a única coisa que lhe impedia era aquela conversa absurda do prostituto. Mas afinal, se ele consentia mesmo sabendo dos riscos e não tinha desvantagens demais para si, tinha um motivo real para negar?
- Namorado meu não me chama de “dono”, tá sabendo? – Zazou falou com um tom sério. Bom, não tinha porque negar Jade aquilo, considerando que era só um reforço de que o sexo era grátis mesmo, e supunha que não era como se o prostituto lhe achasse horrível e vice-versa. – E eu tenho só um punhado de gente de confiança que mereceriam saber quem é você. Nenhum deles me respeita, então não conta com o papo de “esposa da máfia”. – adicionou, sacudindo a cabeça de forma negativa para todas aquelas ilusões do moreno.
Zazou se aproximou mais uma vez de Jade, e então deu um toquezinho na testa do moreno com os nós dos dedos sem força.
- Ei. Odeio me repetir, mas... não se meta nas minhas encrencas por besteira, Jade. – o traficante então deu de ombros, e sorriu de leve com o canto dos lábios. – Se quiser mesmo... tenho nada contra sexo de graça.
- Caiu de cabeça do pole dance? – perguntou com um ar leve de descrença. Antes até achava que precisava se preocupar muito com Jade e tirar aquela ideia da cabeça dele, mas pelo visto ele tinha tanto apreço pela própria vida quanto Zazou. Ou talvez os dois já tivessem vivido o suficiente para saber que aquela sensação de segurança poderia acabar em qualquer instante, então não valia se impedir de experimentar nada por isso. – Prefiro ninguém morrendo por mim, pior por amor.
Fez uma cara feia automática quando Jade mais uma vez enfatizou o chamado de dono. Bufou, soprando os lábios com barulho e depois ouviu a possibilidade de ainda mais difícil dele tentar com a Lilú. Não sabia lá porque eles não se gostavam, mas não era seu lugar meter o dedo no relacionamento entre a cafetina e Jade. Já estava todo pronto ali para ir embora, a única coisa que lhe impedia era aquela conversa absurda do prostituto. Mas afinal, se ele consentia mesmo sabendo dos riscos e não tinha desvantagens demais para si, tinha um motivo real para negar?
- Namorado meu não me chama de “dono”, tá sabendo? – Zazou falou com um tom sério. Bom, não tinha porque negar Jade aquilo, considerando que era só um reforço de que o sexo era grátis mesmo, e supunha que não era como se o prostituto lhe achasse horrível e vice-versa. – E eu tenho só um punhado de gente de confiança que mereceriam saber quem é você. Nenhum deles me respeita, então não conta com o papo de “esposa da máfia”. – adicionou, sacudindo a cabeça de forma negativa para todas aquelas ilusões do moreno.
Zazou se aproximou mais uma vez de Jade, e então deu um toquezinho na testa do moreno com os nós dos dedos sem força.
- Ei. Odeio me repetir, mas... não se meta nas minhas encrencas por besteira, Jade. – o traficante então deu de ombros, e sorriu de leve com o canto dos lábios. – Se quiser mesmo... tenho nada contra sexo de graça.
